sexta-feira, 12 de junho de 2020

Fascismo: um guia para idiotas

Pichação com a frase 'Churchill era um racista' na Parliament Square, em Londres. Protesto Black Lives Matter.

Texto de Thiago Cortês

O meu desejo sincero e profundo, genuíno e puro em meu coração, é o de ter a oportunidade de jogar as biografias que tenho sobre Churchill na cabeça de cada imbecil iletrado que resolveu chamar de fascista e racista o cara que libertou a Europa e o mundo do jugo nazista! Se você não está comendo chucrute, saudando o Fuher e fugindo da Gestapo, agradeça a Churchill. 

Desde os anos 30 esse conservador rebelde sabia que Hitler deveria ser eliminado da face da Terra. E quem defendia um "acordo" com Hitler? Os intelectuais trabalhistas (esquerdistas) e os "moderados" da Europa! A esquerda via a experiência nazista com bons olhos. Não por acaso Stálin e Hitler celebraram um Pacto de Não Agressão em 1939. Quem rompeu o pacto foi o governo nazista.

Winston Churchill foi o homem mais solitário do mundo quando defendeu que não se podia pactuar com o Hitler. Que a coexistência com o mal era inaceitável. Na época, o "moderado" primeiro-ministro Chamberlein voltou da Alemanha com uma cartinha na qual Hitler prometia que todos seriam felizes para sempre! E quem comprou esse discurso furado? Toda a esquerda trabalhista, a imprensa e a classe política! 

Churchill foi a minoria de um homem só alertando contra os males do nazismo. Nunca desistiu! E, como diria Freud, a voz da Razão é rouca, mas insistente. Os fatos referendaram Churchill, que por anos esteve sozinho contra Hitler, enquanto seus colegas de partido e os trabalhistas sonhavam em uma relação de paz e cordialidade com o Fuher. 

Da mesma forma que a esquerda hoje exige "respeito" às teocracias assassinas e ditaduras comunistas. O "antifa" iletrado, inculto, estúpido e moralmente tacanho jamais saberá o que é a solidão de ir contra a multidão, estar em descompasso com todos ao seu redor, jamais entenderá a força moral contida em um homem assim. É uma aristocracia do espírito, inacessível aos pobres de coração. 

Churchill é a personificação de todas as virtudes que a essa geração detesta: coragem, firmeza, senso de propósito, humor e generosidade. Daqui a 100 anos, contudo, os "antifas" ocuparão um rodapé nas páginas da História, que são dedicadas aos homens que correm na direção oposta da multidão.

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