terça-feira, 4 de junho de 2019

Regra 1 das feministas: Caso não consiga engravidar do Neymar acuse-o de estupro


Já faz um tempo que as feministas têm relativizado o conceito de estupro. Um simples "psiu" na rua, para essas histéricas, já é objeto de problematização e acusações. 







Veja, por exemplo, o caso que aconteceu em SP em que uma mulher registrou um Boletim de Ocorrência afirmando que sofreu um estupro por pensamento. Isso mesmo que você leu: estupro por pensamento

E o caso da mitomaníaca, Patrícia Lélis, que afirmou ter sido estuprada por Marco Feliciano no mesmo horário em que as câmeras de segurança do Ministério do Trabalho mostraram o deputado no edifício em reunião?

Isso se chama Síndrome da mulher de Potifar. Segundo Cleber Masson, consiste no ato de acusar alguém falsamente pelo fato de ter sido rejeitada, como na hipótese em que uma mulher abandonada por um homem vem a imputar a ele, inveridicamente, algum crime de estupro.

No caso do Neymar o "estupro" até que foi bem moderno, não é mesmo? A "vítima" vai para outro país com tudo pago pelo "estuprador", pede para ele escolher a cor da lingerie, levar vinho e comprar presente para o filho dela. Enviou diversas fotos íntimas, falou que lhe daria todo o prazer do mundo porque vale mais do que quatro mulheres juntas, depois  disso... afirma que foi estuprada.

O problema da falsa acusação de estupro é que, além de destruir a imagem de um inocente, é um desserviço na luta de reais vítimas do crime. No minimo, essas falsas acusações deveriam se tornar crime hediondo e inafiançável.