quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Uma comparação entre 1964 e 2018: o povo escolheu MAIS UMA VEZ os militares no poder



Estamos no ano de 2018:

O povo está morrendo na fila dos hospitais. ---- A esquerda fala sobre ideologia de gênero.

O povo está sofrendo com o desemprego. ---- A esquerda coloca uma criança tocando num homem pelado no museu e chama isso de arte.

O povo está morrendo com a violência. ---- A esquerda chama os bandidos de "vítimas da sociedade" e coloca os Direitos Humanos ao seu dispor, enquanto a família da REAL vítima sofre com a impunidade.

Então surge Bolsonaro, um homem inconformado, revoltado, que fala a língua do povo, que quer punir os bandidos e luta contra a corrupção. 

Bolsonaro fala tudo o que o povo quer falar. 

Em 2014, antes mesmo de o capitão pensar em se candidatar à presidência, o Brasil já clamava que no ano de 2018 seria diferente, que elegeriam Bolsonaro presidente. E, apesar de a televisão, o rádio e as revistas tentarem a todo custo enfiar na cabeça das pessoas que militares no poder é um retrocesso, é ditadura, é sinônimo de tortura e tristeza, os brasileiros elegerem um Capitão e um General para governar essa nação e colocar ordem nessa situação. 

Ficou claro que só quem acredita nessas histórias são algumas crianças de 15 anos que se acham comunistas e gravam vídeos chorando em seu iphone, traumatizadas com a "ditadura" de 1964 que seus avós nem sabem que existiu. 




Agora vamos para o ano de 1964

Greves e mais greves se espalhavam pelo território brasileiro: escolas, serviços públicos, bancos, transportes, tudo paralisado. Havia filas intermináveis para comprar alimentos e a inflação era absurda. 

O atual presidente, João Goulart, fez alianças com a URSS, negociou diretamente com o Partido Comunista Brasileiro e fez acordos políticos formando uma frente popular para a unificação das forças esquerdistas. Diante desse cenário de incertezas e com medo de uma revolução parecida com de Cuba, os brasileiros foram para frente dos quarteis e exigiram que os militares tomassem o poder e colocassem ordem na situação.

...Eu tinha 17 anos, me lembro bem da festa que meu pai e seus amigos fazendeiros fizeram quando os militares assumiram o poder, livrando o Brasil do iminente perigo do comunismo. Dali pra frente foi um tempo de paz e segurança nas cidades, prosperidade e crescimento.” Escreveu Maria de sena bezerra no blog do Vicente Alencar.

Durante os 20 anos de regime militar houve o crescimento do PIB de 14%, a criação da Eletrobras, construção de quatro portos e recuperação de mais vinte, implementação do metrô em SP, RJ, BH, Recife e Fortaleza, construção da ponte Rio-Niterói, construção da Rodovia Rio-Santos (BR 101), criação da Embratel e Telebrás, FGTS, PIS, PASEP, mas os livros insistem em tratar esse período como algo traumático, assustador e desumano. Houve erros no governo militar como em todo governo há. Pessoas morreram dos dois lados, os dois lados pegaram em armas. O Brasil estava em guerra e não há nada de bonito na guerra a não ser a vitória.

Está claro porque o povo escolheu MAIS UMA VEZ colocar os militares no poder. É porque eles sempre são lembrados em momentos difíceis. Queremos ordem e progresso!





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