quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Universitários defendem a "morte aos cristãos" em protesto esquerdista na UFBA

Veja o vídeo

O que era para ser apenas a exibição de um filme sobre filosofia se transformou em confusão e pancadaria. O tumulto aconteceu na segunda-feira (13) porque militantes de esquerda não queriam que o filme Jardim das Aflições do professor Olavo de Carvalho fosse transmitido na UFBA. Não é a primeira vez que uma universidade tem problemas para passar o documentário. Na UFPE também houve confusão e o filme foi censurado com violência física por ativistas de extrema-esquerda. Porém, o que realmente chamou a atenção é que, durante o protesto, um dos estudantes segurava um cartaz que proclamava a "morte aos cristãos".

O ateísmo, o ódio à religião e aos valores cristãos é um dos ideais do marxismo. Nos regimes comunistas, causa defendida pela esquerda, os cristãos foram brutalmente perseguidos e mortos.





Na exposição do Santander em Porto Alegre, zombaram de nossa fé e escreveram em hóstias as palavras "vagina", "ânus" e "língua". Além de colocarem a imagem de Jesus ao lado de pedofilia e zoofilia. 

Nas universidades, os professores dão suas aulas pregando o ateísmo e a revolta aos valores cristãos.

Nas igrejas, se infiltraram (como bem ensinava Gramsci) e pregam a teologia da libertação, da prosperidade, o marxismo e o paraíso na terra. 

Sobem no púlpito e pregam valores contrários a nossa fé.

Agora, levantaram um cartaz escrito "morte aos cristãos".

Até quando vamos aguentar essa perseguição sem fazer nada? Vamos esperar nos calar completamente?

Enquanto tratarmos essas pessoas como "apenas uma minoria da extrema-esquerda que late e não morde" daremos liberdade para continuarem com seus atos. Eles devem ser tratados como criminosos!


Usam uma bandeira de tolerância para escarnecer e vilipendiar aquilo que os outros consideram sagrado e ao mesmo tempo não toleram nenhum tipo de crítica.