terça-feira, 7 de novembro de 2017

Projeto de Lei de Jean Wyllys permite que crianças mudem de sexo sem autorização dos responsáveis


O projeto de lei 5002/2013 (lei de identidade de gênero) foi criado pelo deputado Jean Wyllys e pela deputada Erika Kokay. O status atual no site da câmara está: "aguardando Designação de Relator na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM)"

O projeto propõe que toda pessoa deve ter o reconhecimento do Estado e tratá-la de acordo com sua identidade de gênero, podendo realizar a operação de mudança de sexo  pelo SUS, mudar seu sexo na certidão, seu nome e foto da identidade.

A partir do artigo 5º, ele trata de pessoas menores de 18 anos.

Artigo 5º. Com relação às pessoas que ainda não tenham dezoito (18) anos de idade, a solicitação do trâmite a que se refere o artigo 4º deverá ser efetuada através de seus representantes legais e com a expressa conformidade de vontade da criança ou adolescente, levando em consideração os princípios de capacidade progressiva e interesse superior da criança, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente.

§1° Quando, por qualquer razão, seja negado ou não seja possível obter o consentimento de algum/a dos/as representante/s do Adolescente, ele poderá recorrer a assistência da Defensoria Pública para autorização judicial, mediante procedimento sumaríssimo que deve levar em consideração os princípios de capacidade progressiva e interesse superior da criança.

§2º Em todos os casos, a pessoa que ainda não tenha 18 anos deverá contar com a assistência da Defensoria Pública, de acordo com o estabelecido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. 






Nada é por acaso. Esse é um plano ideológico para tirar a autoridade da família e concentrar tudo no Estado. Ele já estava escrito e sendo arquitetado no século passado. O livro The Naked Communist (O Comunista Nu) escrito por um ex-agente do FBI, Cleon Skousen, nos mostra que uma das 45 metas é "desacreditar a família como uma instituição. Incentivar a promiscuidade e o divórcio fácil (meta 40)."

Em forma de romance, no século passado, também foram escritos livros que previam como seria uma sociedade de acordo com os planos dos comunistas. Fahrenheit 451 de Ray Bradbury mostra uma sociedade onde a família não é importante, os filhos são criados pelo governo e as pessoas só conversam superficialmente porque ficam o dia inteiro em frente a uma tela assistindo programas imbecilizantes. O livro 1984 de George Orwell mostra uma sociedade onde não existe família nem relacionamentos amorosos e no livro Admirável Mundo Novo, a sociedade acha nojento as palavras "pai" e "mãe".

Coincidência?