quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Ministra dos Direitos Humanos diz que receber 33 mil é trabalho escravo e pede salário de 61 mil ao governo


"Todo mundo sabe que trabalhar sem receber é trabalho escravo." Disse ministra dos Direitos Humanos.

Luislinda Valois apresentou ao governo um documento de 207 páginas onde solicita acumular o salário de ministra dos Direitos Humanos e desembargadora aposentada. 

Atualmente ela recebe 33,7 mil, se seu pedido fosse atendido, ela receberia o dobro.

O PEDIDO

Como desembargadora aposentada, ela recebe: 30.471,10 bruto e como ministra seu salário integral é de 30.934,70 com um desconto de 27.642,60, pois a Constituição Federal não permite que funcionário público receba mais que 33,7 mil. 

A ministra solicita que a lei mude e esse desconto não se aplique a ela, pois trabalhar e não receber o salário integral é, segundo ela, trabalho escravo.

Dentro desse "trabalho escravo" citado pela ministra não esqueça que ela tem direito a carro, motorista e viagem em avião da Força Aérea Brasileira para os compromissos "profissionais" oficiais do governo.

E, acredite se quiser, um dos argumentos de Luislinda para o jornal Estadão foi que o cargo de ministra lhe impõe custos como se "vestir com dignidade" e "usar maquiagem" e os poucos 33 mil não são suficientes para essas prioridades.





Quando foi questionada sobre a repercussão de seu pedido na mídia a ministra respondeu:

"Para mim dinheiro não é tudo. Eu continuo sobrevivendo. O salário era menor, nesse mês que aumentou. Desculpe, mas tanta coisa que tem que se fazer no País e as pessoas ficam se apegando a miudezas? Eu só quero o meu direito de peticionar, agora a autoridade vai conceder, se achar que não deve vai indeferir. Se indeferir vou continuar trabalhando." Disse a ministra.

Esse absurdo mostra como esses políticos vivem fora da realidade brasileira.

Trabalho escravo?

Será que essa ministra sabe quanto está o salário mínimo? 

Será que ela sabe que o povo brasileiro trabalha cinco meses do ano só para pagar imposto? 

Será que ela sabe quantas pessoas estão sofrendo com o desemprego no Brasil?

Brasileiro é idiota?





3 comentários:

  1. como servidora publica ela deveria trabalhar por solidariedade nem ter salario por defender bandido como ministra de dos direitos humanos que so defendem bandidos nunca defenderam as vitimas ela tinha que pagar ou ter um salario minimo

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  2. Com nossos votos mal votados criamos uma casta de intocáveis. Vendemos barato nossos votos, agora é carregar essa gente nas costas.

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  3. PREZADA MINISTRA LUISLINDA VALOIS
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    Em primeiro lugar confesso à senhora que me assustou o fato de a senhora pedir um salário de R$ 60 mil reais, alegando que a não acumulação do salário de Ministra com o salário de Desembargadora, assemelha-se ao trabalho escravo.
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    Ministra, sinceramente, num país com 14 milhões de desempregados, sem os "direitos humanos" do trabalho e renda, sem os "direitos humanos" do acesso à saúde de qualidade, sem os "direitos humanos" a medicamentos que muitas vezes faltam em hospitais e postos de saúde, sem os "direitos humanos" de segurança num país cujas polícias estão sucateadas, e nesse país, onde os direitos humanos de alimentação não chegaram a boa parte da população, nós, brasileiros, não vemos sequer a utilidade do seu Ministério, a justificativa para a sua existência e a necessidade da senhora no cargo. Mas vamos ponderar.
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    Ministra, a senhora em 207 páginas justificou a necessidade de ganhar R$ 60 mil reais, alegando trabalho escravo, não foi? Talvez a senhora possa até ter razão, pois R$ 30 mil é um salário aviltante para qualquer ser humano. Porém, gostaríamos de lhe fazer uma proposta:
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    Primeiro, que antes de pedir esse merecido aumento, a senhora abrisse mão do seu apartamento funcional pago com o dinheiro público, do seu carro oficial também pago com o dinheiro público, das passagens de avião igualmente pagas com o dinheiro público, e das mordomias de Brasília;
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    Em seguida, que a senhora passasse três meses apenas na pele de uma operária que ganha R$ 1.200 por mês, acorda 5 horas da manhã, pega um ônibus lotado, gasta em média R$ 200,00 por mês de passagem, que paga um aluguel de R$ 500,00 (no mínimo) numa comunidade, sobrando-lhe R$ 500,00 para alimentação, remédios, material escolar dos filhos, vestuário... Enfim, no lugar daquela operária que no fim termina com R$ 16,00 por dia e não R$ 2.000,00, mas não reclama que trabalha como escrava.
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    Ministra, fique esse período ganhando R$ 16,00 por dia, e dependendo de vagas em hospitais públicos, que é um direito humano, e não ache.
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    Viva em áreas dominadas pelo tráfico, porque a segurança é um direito humano que uma operária não tem. Coloque seus filhos numa escola pública com um ensino péssimo, porque a educação de qualidade é um direito humano que os filhos de uma operária não tem.
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    Tente minimamente comer a sobra da sobra, e racionada, em vez de suas lautas refeições, porque uma boa alimentação é um direito humano que uma operária não tem. E o seu Ministério é do quê mesmo?
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    Se depois de tudo isso a senhora tiver coragem, faça o seu pedido de R$ 60 mil por mês, alegando trabalho escravo. Mas se for negado, tenha dignidade. Liberte-se dos grilhões que a prendem, peça demissão do Ministério que a senhora diz ser senzala, e saia pela porta que sempre esteve aberta, mas com a certeza de que nenhum feitor ou capitão do mato irá em sua captura. Se o seu cargo, com o seu salário, é um trabalho escravo, a senhora tem a opção de se dar a alforria, e ao mesmo tempo alforriar-nos da sua desfaçatez.
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    Marcelo Rates Quaranta
    e o povo brasileiro.

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