sábado, 11 de novembro de 2017

Deputada Erika Kokay defende incesto para acabar com a família patriarcal

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Olavo de Carvalho mais uma vez tinha razão. Em 2013, o professor já nos alertava sobre as perversões do comunismo. Hoje, vemos crianças sendo aliciadas no Brasil em nome da "arte", nos Estados Unidos vemos organizações como a NAMBLA lutando pela legalização da pedofilia e agora a deputada Erika Kokay numa palestra ministrada na APP - Associação dos Professores do Paraná simplesmente afirmou que o objetivo é defender o incesto para acabar com a família tradicional por meio da ideologia de gênero.

Entendeu por que estão tão desesperados para implantar a ideologia de gênero nas escolas? Ela pretende acabar com a figura de homem e mulher para atingir diretamente a família que, segundo o livro de Marx, é opressora e sustenta a propriedade privada.

Desde o início é isso que a esquerda quer, com sua pedofilia disfarçada de arte, com sua ideologia disfarçada de tolerância. 





Alguns meses atrás, 93 mil exemplares do livro "Enquanto o sono não vem" que promove o incesto estava nas escolas brasileiras nas mãos de crianças de 6 a 8 anos. As primeiras denúncias vieram de Espírito Santo. "A triste história de Eredegalda" trata da história de um rei que quer casar com uma de suas filhas.



A estratégia de sexualizar as crianças e destruir sua inocência vem sendo usada por aqueles que querem destruir as bases sólidas da sociedade ocidental. O MEC tem sido usado durante anos como um instrumento de destruição da moral das crianças, por isso existe o projeto Escola Sem Partido que luta contra essa doutrinação absurda dentro da salas de aula brasileiras.

A deputada Erica Kokay também é, junto com Jean Wyllys, autora do projeto de lei 5002/2013 que permite que as crianças mudem de sexo com a ajuda do Estado caso seus pais não lhe deem autorização.

Não se esqueça! Esses líderes querem destruir a sua família. 

- Se quiser assistir a palestra completa de Erika Kokay clique aqui.

- Deputada Erika Kokay se justificou. Para ver seu direito de resposta clique aqui.