terça-feira, 10 de outubro de 2017

OMO defende ideologia de gênero e é humilhada nas redes sociais


Você provavelmente já percebeu que a maioria das marcas resolveu defender a posição ideológica da esquerda e fazer propaganda dela. Isso funcionou durante alguns anos enquanto a esquerda tinha o monopólio da mídia e governava o país sem nenhuma oposição decente, porém com o surgimento das redes sociais tudo mudou e o povo brasileiro ganhou voz. 

A marca que resolveu passar vergonha dessa vez foi a famosa OMO Brasil ao lançar um comunicado de Dia das Crianças para os pais. Veja:


Comunicado Urgente?

Uma pergunta que não quer calar: o que uma marca de sabão tem a ver com a educação infantil? 

Quando artistas e marcas acham que podem ditar a maneira que você cria seu filho só pode ser sinal do fim dos tempos. 

A OMO diz que existe "clichês de gênero", mas é apenas uma maneira de dizer que não há homem natural nem mulher natural, que tudo é uma construção social. 

É o assassinato da biologia. 

É claro que meninos podem brincar de boneca e meninas podem brincar de carrinho sem problema nenhum, o problema é fazer disso uma pauta progressista. Para que forçar a mudança nas brincadeiras e nas atitudes naturais das crianças? Inicialmente as palavras da empresa parecem inofensivas: "mais importante que o brinquedo é a brincadeira", mas se você prestar atenção, essas pautas progressistas querem mudar aos poucos as atitudes das crianças, ao ponto da artista Taís Araújo desabafar sobre como se sente incomodada por sua filha gostar de rosa e de brincar de casinha, boneca e princesa.

"... Parece piada que minha filha aja de maneira tão contrária a tudo que eu acredito; mais ainda, de maneira contrária a tudo que prego no meu dia a dia, a tudo que acredito que seja uma construção social das mais cruéis que segregam meninas e traçam pra elas um único e fatídico destino...", escreveu a atriz.






Percebeu a contradição? Se mais importante que o brinquedo é a brincadeira, então qual o problema de a menina brincar de dona de casa, gostar de rosa e querer ser a mamãe da boneca? No lógica deles, se a menina escolher brincar de casinha é construção social imposta pela sociedade opressora, mas caso a menina deseje brincar de carrinho é lacração total, pois deve-se deixar a criança brincar em paz.

O que a OMO não esperava era que o povo brasileiro reagiria tão negativamente ao tal comunicado. Foi feito uma campanha nas redes sociais onde decidiram negativar o vídeo da propaganda da empresa no YouTube e avaliar com uma estrela sua página no Facebook. 

OMO BRASIL: o sabão em pó que quer fazer lavagem cerebral nos seus filhos