terça-feira, 3 de outubro de 2017

Mídia brasileira tenta ensinar segurança pública para EUA, que tem 5 vezes menos assassinatos que o Brasil


Atentado terrorista em Las Vegas deixa mais de 400 feridos e 58 mortos. Um homem de 64 anos efetuou disparos do alto do hotel Mandalay Bay contra público que assistia a um concerto de música country. O Estado Islâmico (ISIS) reivindica o ataque. 

A mídia brasileira aproveitou a situação e correu para atacar todos que lutam pelo direito de porte de arma e à legitima defesa. Isso é uma questão de burrice ou só hipocrisia mesmo? O número de mortos no pior ataque armados nos EUA é o mesmo número de assassinatos no Brasil a cada 8 horas.

Brasil tem a nona maior taxa de homicídios das Américas, tem mais mortes violentas que a Síria em guerra, tem cinco vezes mais morte a tiro que os Estados Unidos. Em 2010, por exemplo, no Brasil morreram 36 mil pessoas por arma de fogo contra 9.960 nos EUA; só no Rio de Janeiro morreram cerca de 3 mil pessoas nos cinco primeiro meses de 2017 e o mais curioso e mais trágico também: Brasil mata em apenas três semanas mais gente que todos ataques terroristas de 2017. E mesmo assim a mídia brasileira tem a cara de pau de querer ensinar alguma coisa sobre segurança pública a outro país.

MATÉRIAS CARA DA PAU: 


Como se os bandidos tivessem alguma dificuldade em conseguir armas.


Claro, até porque o que dá bastante segurança é sair nas ruas do Brasil, principalmente as do Rio de Janeiro, com a certeza que os bandidos estão fortemente armados e eu não. - 


Essa é a matéria mais engraçada que vi. O argumento desse tal de Stoppa é o seguinte: "liberar armas para pessoas de bem não vai criar heróis. Só vai aumentar o número de armas em mãos de psicopatas e criminosos." Mais uma vez eu pergunto: desde quando os criminosos e psicopatas tem dificuldade de conseguir armas? Inclusive, eles têm armas mais potentes que da própria polícia.

Não se esqueça: a primeira medida de um governo ditatorial é tirar as armas da população.