quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Menor de idade que escolhe ser bandido deixa de ser criança

Você lembra do Champinha? Um menor de 17 anos que, com seus amigos, sequestrou um casal de adolescente, matou o menino e estuprou a menina. Depois de alguns dias de cativeiro, tentou degolá-la com uma faca cega, como não conseguiu, deferiu golpes de faca nas costas e no tórax, depois de tanta dor e sofrimento a menina finalmente morreu de traumatismo craniano quando Champinha golpeou sua cabeça. 

Depois de todas essas cenas macabras dignas de filme de terror, a deputada Maria do Rosário e os esquerdistas ao seu lado saíram em defesa de quem? Adivinhe só...  de Champinha! 

Sim, aquela mesma esquerda que faz campanhas com peitos caídos de fora e cartazes escrito "eu não mereço ser estuprada", quando viu que uma menina de 16 anos foi brutalmente abusada, saiu em defesa do delinquente. 

Esse crime chocou o país e reacendeu a discussão sobre a diminuição da maioridade penal. Bolsonaro brigou na Câmara para que Champinha fosse tratado como adulto e pagasse pelo que fez, Maria do Rosário ficou histérica, xingou o Bolsonaro de estuprador e o processou. Bolsonaro foi condenado a pagar R$ 10 mil a Maria do Rosário. E Champinha? Ah, enquanto Maria do Rosário chamava Bolsonaro de estuprador por ele querer aprovar a castração química e a diminuição da maioridade penal,  Champinha estava sendo muito bem tratado pelos amigos de Maria do Rosário dos Direitos Humanos. Com direito a balinha, água e palavras de consolo.

Assista o vídeo e confira o amor dos Direitos humanos com um assassino

E você provavelmente também lembra de João Hélio. O menino de apenas 6 anos de idade estava no carro com sua mãe, o sinal fechou e um menor de idade aproveitou a situação para assaltá-los, a mãe conseguiu sair do carro, mas quando foi tirar o cinto de segurança de João Hélio, os bandidos deram partida no carro arrastando a criança pelas ruas de quatro bairros do Rio de Janeiro. E o que você acha que aconteceu com o criminoso menor de idade? Ele cumpriu três anos de medida sócio-educativa em uma instituição na Ilha do governador e, depois que foi solto ainda ganhou um prêmio: com a ajuda de uma ONG internacional, ele foi para a Suíça. 

É ou não é maravilhoso ser assassino nesse país? A lei do Brasil é um incentivo claro à criminalidade. 

Todos os dias, homens e mulheres de bem, acordam de manhã cedo para ir trabalhar sem saber se voltarão para casa porque esses menores estão soltos pelas ruas com a certeza de que, independente do que façam, não serão punidos, pois o Brasil junto com os Direitos Humanos insistem em tratá-los como crianças. Até quando ficaremos a mercê desses marginais? Até quando o Brasil tratará esses delinquentes como crianças e deixarão crianças inofensivas, como João Hélio, morrerem em suas mãos? 

Que país é esse que se preocupa mais com a idade da pessoa do que com seu crime? Que se preocupa mais com o assassino do que com a pessoa que foi assassinada? Que dá bolsa de estudos para um marginal ir para a Suíça enquanto há centenas de crianças carentes se esforçando todo dia para ir à escola?

Ninguém nasce bandido, essa vida é uma escolha. Os bandidos não são vítimas da sociedade, a sociedade que é vítima dos bandidos.