quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Escola militarizada é a solução para a educação brasileira


Formação impecável para cantar o hino nacional; organização no deslocamento para as salas de aula; disciplina militar; ordem; hierarquia; segurança. Os professores são saudados na entrada, não há espaço para imoralidade e indisciplina. Com essa rotina, as escolas militares se destacam entre as melhores do Brasil no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).

É por esses e outros motivos que o deputado Jair Bolsonaro levantou a questão da militarização das escolas e a nomeação de um general para chefiar o MEC.

Ninguém tem dúvida de que a educação pública brasileira atual chegou ao limite do absurdo. O desrespeito ao professor é um costume, alunos vão para a escola com facas e drogas, docentes têm medo de entrar em sala de aula, ocorre estupros e cenas de sexo explícitos. Estamos entre os piores do mundo no ranking da educação. A educação está sucateada. É claro, a repetência não é mais um problema, já que ela foi resolvida com a aprovação automática que faz com que analfabetos funcionais tenham o diploma do ensino médio e cursem uma faculdade sem problema algum.

Os alunos sabem letras de funk com apologia ao crime e sexo, mas não sabem cantar o hino nacional.


Do jeito que está não pode ficar.

Quem critica a proposta de Jair Bolsonaro tem alguma ideia melhor? Ou é aquela velha mania da geração "mimimi" que critica demais sem propor novas soluções?

E por que a esquerda tem tanto medo dessa proposta?

Ela provavelmente vai alegar que a escola deve ser democrática, uma educação que ensine o aluno a pensar por si só, que forme alunos autônomos. A teoria é linda mesmo. Mas você já tentou ser um aluno de direita numa escola onde o professor é de esquerda? Além do fato de não ser valorizado o ensino de matemática, física, química e português, também não há democracia, não há nem conversa, não há autonomia. O professor te dá zero se você defender o capitalismo, diminui sua nota se você não concordar com Paulo Freire.

O medo real deles é porque seres bem instruídos é difícil de manipular e de serem usados como massa de manobra nas eleições e na permanência deles no poder.