terça-feira, 12 de setembro de 2017

A esquerda não sabe a diferença entre boicote e censura



Que a esquerda muda o sentido das palavras já não é mais novidade. Eles chamam ditadura de democracia; ladrões de vítimas; apologia à pedofilia e à zoofilia chamam de arte; desrespeito à religião alheia, eles chamam de liberdade de expressão. E, agora boicote, chamam de censura.

BOICOTE: recusa a comprar, usar ou fazer parte de algum evento, como forma de protesto.

CENSURA: controle da informação que pode e da que não pode circular.






Quando se boicota um produto ou uma empresa, não significa que os está censurando, a empresa pode continuar livremente com sua campanha.

Para quem entende bem da língua portuguesa e do correto uso das palavras, vale lembrar: o que houve no caso do Santander e a exposição Queermuseu não chegou nem perto de censura. O banco apenas cedeu às pressões de seus correntistas, que ameaçaram encerrar suas contas por não concordarem com a exposição em Porto Alegre com elementos de zoofilia, pedofilia e escárnio do Cristianismo. 

O próprio banco decidiu fechá-la para não causar mais danos à sua imagem. 

É instinto de sobrevivência. É a reação natural do mercado, situação que esquerdistas não entendem, pois não compreendem nada de capitalismo. Porém, de censura quem entende muito bem são os líderes totalitários que eles idolatram. Basta ver como funciona o "lindo" comunismo da Coreia do Norte, de Cuba e da Venezuela.

A mesma esquerda que denuncia páginas no facebook só por serem de direita, que protesta contra livros, filmes, músicas, e até mesmo piadas consideradas ofensivas provou do seu próprio veneno.





Colaboração de Diego Muguet.