quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Nunca vi professor agredido em colégio militar



"Trabalhadores uni-vos!" é um dos gritos de protesto mais famosos do socialismo. Vem do livro Manifesto Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels. Ele incentiva os trabalhadores a se rebelarem contra seus patrões ou qualquer autoridade, pois esses malvados os exploram.


Nas salas de aula de todo o Brasil, Karl Marx é apresentado como O Filósofo, O Economista, O Messias, O Herói, O Libertador. Frases de efeito são ditas aos alunos, os quais repetem sem pudor. 

Karl Marx defendia em seus livros que os trabalhadores deveriam se rebelar contra as autoridades e tomar o poder. Isso é ensinado até hoje nas escolas e nas universidades. Mas se o aluno não trabalha, não tem patrão, contra qual autoridade ele vai se rebelar? Além de ir para as ruas quebrar tudo em protestos sem sentido (como o Passe Livre), os alunos se rebelam contra autoridades próximas a eles: professores e família.

O professor criou um monstro que ele mesmo não consegue controlar.

A professora Márcia Friggi, de Indaial, Santa Catarina, nesta segunda-feira (21) foi agredida por um aluno de apenas 15 anos. A docente é declaradamente militante de esquerda, defende abertamente Lula e Dilma em suas redes socais, é contra a diminuição da maioridade penal e em um post comemorou o fato de uma menina ter jogado um ovo no deputado Jair Bolsonaro.

Dois pesos, duas medidas?

Ela classificou em seu post no Facebook como agressão o que sofreu na escola, mas comemorou e disse que era uma "revolução" o fato  de uma universitária jogar ovo num deputado que pensa diferente dela.



Só podemos chegar a conclusão de que quando ela é agredida, o menor merece punição, mas quando o agredido é alguém que ela não gosta, o agressor merece aplauso.

O menino de 15 anos, segundo a ideologia que ela defende, é apenas mais uma vítima de um sistema opressor. Paulo Freire que o diga!

Então, em vez de fazer posts no facebook, a professora deve perdoá-lo, não é mesmo?

Suas ideologias voltaram-se contra ela própria.

Agora, vamos falar sobre as escolas militares. Onde, ao invés de ser ensinado revolução comunista, é ensinado disciplina, respeito à autoridade, ordem e valorização da hierarquia.


Vamos pegar como exemplo uma escola pública, em Manaus. Ela foi militarizada pela PM depois de diversos casos de agressão por parte dos alunos, alguns iam para a aula com facas. Professores tinham medo de dar aula e não voltar mais para casa.

Agora, com a escola militarizada, os professores entram em sala de aula e são saudados pelos alunos, o estudante tem o dever de chegar no horário, cuidar de seu uniforme, cortar o cabelo, tirar notas boas. Nos corredores há militares para fazer a segurança. Em apenas alguns meses, a escola se tornou uma das melhores do país. Não houve mais nenhum caso de professor agredido ou com medo de entrar em sala de aula.

Veja o vídeo:



Não estou defendendo o menor agressor aqui. A vítima nunca é culpada, seja ela quem for e que ideologia defende. O que estou criticando nesse texto é a hipocrisia da professora.

É óbvio que se você planta esquerdismo, você colhe agressão.