quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Maria do Rosário, que defende estupradores, processa Bolsonaro por apologia ao estupro

                                                             Veja o vídeo que gerou toda a polêmica. 


Maria do Rosário, que defende estupradores, processa Bolsonaro por apologia ao estupro. Ironia, não é?

Tudo começou num belo dia na câmara dos deputados.


Jair Bolsonaro, naquele dia, dava uma entrevista para a RedeTV! sobre a emenda 301 que trata justamente disso: a diminuição da maioridade penal.

O caso Champinha reacendeu no Brasil o debate sobre a idade adequada para se punir alguém por um crime.

Champinha sequestrou um casal de adolescente (Felipe Caffé – 19 anos e Liana Friedenbach – 16 anos), matou o rapaz com um tiro na nuca e depois de estuprar a menina durante 5 dias também a matou degolando-a com um facão cego.

A deputada Maria do Rosário (vulgo Maria do Presidiário), conhecida como defensora dos direitos da mulher e da luta feminista, conhecida também por denunciar Bolsonaro por apologia ao estupro, se lançou na luta em defesa do ESTUPRADOR por ele ser menor de idade.

- Ela não defendeu a família que sofria por ter perdido seus entes queridos de forma tão cruel;

- Não buscou justiça por uma menina ter sido torturada durante cinco dias sem cessar;

- Não se compadeceu por um menino tão jovem ter morrido por pura maldade de um demoniozinho.

Tudo que ela fez foi defender Champinha, o estuprador, alegando que esse elemento era vítima da sociedade.

Em contrapartida, Bolsonaro alegava que o caso Champinha era a confirmação de que devemos diminuir a idade penal do Brasil e que o estuprador, independente da idade, deveria pagar pelo o que fez.

Durante o debate, Maria do Rosario ficou toda histérica e nervosinha e vomitou ad hominem. Atacou o Bolsonaro de todas as formas, ele debochou da cara dela e ainda falou para o pessoal da impressa gravar as ofensas dela, e então, a deputada finalizou chamando-o de estuprador. O deputado respondeu calmamente: “jamais estupraria você porque você não merece”

Sim. Ela se sentiu ofendida com essa frase. 

Com a frase que as feministas estampam em seus corpos nos protestos pela rua a fora.




A maior ironia aqui, além de todas as já citadas, é que um dos projetos de lei do deputado é a castração química para estupradores.
A castração, como o nome mesmo diz, é química. Não ocorre a remoção dos testículos, o método consiste em bloquear a testosterona com uso de medicamentos hormonais, diminuindo drasticamente o desejo sexual e a ereção.

Mas o STJ entendeu que essa simples frase foi um ataque verbal à deputada e condenou o deputado a pagar 10 mil a ela.


Pelo visto, a justiça brasileira tem aversão ao real sentido da palavra justiça, já que o professor de filosofia Paulo Ghiraldelli afirmou abertamente sobre Raquel Sheherazade: “espero que ela seja estuprada” e eu não houve nenhum movimento ou revolta do STJ ou das feministas em relação a esse caso.



Agora veja como os Direitos Humanos trataram Champinha com todo o carinho do mundo.


Revoltante, não é?