segunda-feira, 14 de agosto de 2017

A esquerda tem um poder especial: tudo que toca vira merda.




A esquerda tem um poder especial: tudo que toca vira merda. No Brasil, durante o regime militar, os militares se preocuparam apenas com a luta armada, ignoraram a luta intelectual e tiveram a ideia "genial" de entregar a cultura nas mãos da esquerda. Logo, mesmo durante o regime, tínhamos a mídia e todas as universidades formando toda a elite brasileira com um imaginário socialista.
                
Hoje, não importa onde você esteja, é natural encontrar pessoas que podem nem se interessar por política, que são muitas vezes contrárias a várias pautas da esquerda no campo moral e/ou econômico, mas que emite várias opiniões de cunho socialista. Toda nossa imaginação foi moldada para se adaptar às ideias da esquerda. 

Vivemos numa realidade muito parecida com a do livro Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley.

Nossa mente é preparada desde a infância para se dobrar ao sistema e, mesmo quando tentamos nos voltar contra essa realidade, só conseguimos nos expressar com aquilo que nos foi passado por nossa educação socialista. 

Quando sua linguagem de representação é restrita, é impossível se expressar de maneira concisa e íntegra.
                
Uma das experiências que tive com essa mentalidade esquerdista em nossa sociedade foi com um dos comentaristas do excelente canal Game FM no Youtube. Ao citar os Estados Unidos em um de seus podcast, o comentador disse que os EUA é um país sério e completou dizendo que, agora com o Trump, "um pouco menos sério".  Em outro vídeo, o mesmo comentador disse que não devíamos nos preocupar com o aquecimento global, pois o Trump disse que não existia. O que leva uma pessoa que tem como maior interesse jogos de vídeo game se achar capacitada para falar do governo do presidente americano e a discussão sobre o aquecimento global? 

Resposta óbvia: nossa mentalidade socialista. 

Nas escolas, qualquer moleque de 10 anos é incentivado a dar opiniões sobre tudo, mesmo que, por razões óbvias, ele não tenha capacidade para opinar sobre nenhum dos assuntos que seu professor tenha lhe incentivado a falar.

Logicamente esse problema vai se agravando com a idade, o aumento da ignorância e a perda de inteligência causados pelo sistema de ensino brasileiro vão deixando aquele adolescente mais seguro de si. O fato de seu grupo de amigos partilhar das mesmas opiniões o deixa ainda mais seguro, o professor, sabendo ou não, usa de um artifício muito inteligente: diz que ao contestar as crenças dos pais ou dos mais velhos, o jovem está sendo crítico, o que deixa o moleque todo cheio de si. O problema é que o professor não lembra que se o aluno quiser ser crítico de verdade deve contestar ele próprio e é necessário, antes de formar suas opiniões sobre algo, se esforçar, estudar nas mais variadas fontes, ler todos os autores importantes daquele assunto para depois meditar sobre o que foi lido e, só então, chegar a uma conclusão. 

Na maioria das vezes, o próprio professor nunca fez isso. Logo, não exigirá isso do aluno. Seu único objetivo ali, sabendo ou não, é formar um militante do PSOL.

Voltemos ao comentador do Game FM, duvido que ele seja um militante de partidos de extrema esquerda, mas, sem saber, ele tem as mesmas opiniões que qualquer marmanjo militante do PSOL tem. Isso nos mostra que antes de nos preocuparmos com o messias que irá ganhar as eleições em 2018, temos que cuidar de nossa cultura. 

As eleições do próximo ano são muito importantes, mas são o passo inicial numa jornada que só se inicia. Não podemos achar que um presidente mudará a história de nosso país enquanto nossas crianças e adolescentes são doutrinados durante todo o tempo que ficam dentro das escolas.


Autor: Jônatas Castilho