quinta-feira, 31 de agosto de 2017

A atrapalhada geração que pede banheiro unissex, mas também pede vagão exclusivo para mulheres


A PUC-SP, Pontifícia Universidade CATÓLICA de São Paulo, resolveu polemizar e estreou seu primeiro banheiro unissex afirmando que não é voltado a nenhum público em específico. O Jornal Nacional exibiu uma matéria sobre essa questão e mencionou o quão é importante o debate sobre diversidade de gênero. 

Logo em seguida, o mesmo jornal passou outra reportagem sobre o assédio que as mulheres sofrem nos ônibus e metrôs.



Confuso, né? Juntam homens e mulheres no banheiro e separam nos transportes.

O assunto rendeu bastante discussão na internet. Porém, o que a maioria das pessoas esquecem de considerar quando defendem uma ideia aparentemente altruísta, é a maldade do ser humano.

O Brasil é o país dos espertos. Independente de quem vai entrar no banheiro, a PUC não pensou que um estuprador pode se aproveitar da situação, entrar no banheiro e abusar de uma garota? Conhecidos meus já foram assaltados dentro do elevador da UERJ, você pode imaginar o que pode acontecer dentro de um banheiro unissex? 

Isso não é paranoia. É prevenção. Como você lidaria se visse um marmanjo no mesmo banheiro que sua filha? 

Mas como o Brasil é o país das contradições, onde até existe um partido que se chama 'Partido Socialismo e Liberdade', a nova contradição é: se problematizam tanto o banheiro unissex, por que há vagões de trens exclusivos para mulheres? 

Se as mulheres sofrem diariamente com assédios dentro dos trens, qual a lógica afirma que não sofreriam dentro de um banheiro unissex?

Mas a principal pergunta que não quer calar dentro de mim é: o que a igreja católica acha disso? Já que a PUC é uma universidade particular da igreja e deveria ter valores cristãos. 

Não podemos deixar politicamente correto destruir valores e tradições. É verdade que ele, as vezes, soa bonito e inofensivo, mas aos poucos ele entra na igreja, na família e censura pensamentos em nome de um falso bem. A igreja não é preconceituosa por não aceitar banheiros unissex, a igreja não é preconceituosa por não realizar casamentos gays, a igreja não é preconceituosa por tratar homem como homem e mulher como mulher. 

Se, como cristãos, defendermos valores da família tradicional, por exemplo, seremos considerados conservadores intolerantes com discurso de ódio.

A polícia do pensamento está a solta como no livro 1984 de George Orwell.

Recomendo a leitura


O marxismo cultural prega o relativismo, não existe verdade absoluta, o que você acredita é pura e simplesmente interpretação sua. Já o verdadeiro Cristianismo tem o discurso completamente diferente disso. 

Existe verdade absoluta:

"Eu sou o caminho, a verdade e a vida." - Jo 14:6

Não existe relativização de tudo: 

"Seja, porém, o teu sim, sim! E o teu não, não!" O que passar disso vem do Maligno." - Mateus 5:37

Então como uma universidade particular católica (repito: CATÓLICA! Ela não é uma universidade pública laica) aceita se dobrar diante dos ensinamentos do mundo e esquece dos ensinamentos e valores cristãos?

Que tenhamos em mente que não devemos nos conformar ou nos sujeitar aos ensinamentos desse mundo (Rm 12:2), bem como devemos nos levantar contra falsos ensinamentos dentro de nossas igrejas (1ª Cor 11:19).