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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

A atrapalhada geração que pede banheiro unissex, mas também pede vagão exclusivo para mulheres


A PUC-SP, Pontifícia Universidade CATÓLICA de São Paulo, resolveu polemizar e estreou seu primeiro banheiro unissex afirmando que não é voltado a nenhum público em específico. O Jornal Nacional exibiu uma matéria sobre essa questão e mencionou o quão é importante o debate sobre diversidade de gênero. 

Logo em seguida, o mesmo jornal passou outra reportagem sobre o assédio que as mulheres sofrem nos ônibus e metrôs.



Confuso, né? Juntam homens e mulheres no banheiro e separam nos transportes.

O assunto rendeu bastante discussão na internet. Porém, o que a maioria das pessoas esquecem de considerar quando defendem uma ideia aparentemente altruísta, é a maldade do ser humano.

O Brasil é o país dos espertos. Independente de quem vai entrar no banheiro, a PUC não pensou que um estuprador pode se aproveitar da situação, entrar no banheiro e abusar de uma garota? Conhecidos meus já foram assaltados dentro do elevador da UERJ, você pode imaginar o que pode acontecer dentro de um banheiro unissex? 

Isso não é paranoia. É prevenção. Como você lidaria se visse um marmanjo no mesmo banheiro que sua filha? 

Mas como o Brasil é o país das contradições, onde até existe um partido que se chama 'Partido Socialismo e Liberdade', a nova contradição é: se problematizam tanto o banheiro unissex, por que há vagões de trens exclusivos para mulheres? 

Se as mulheres sofrem diariamente com assédios dentro dos trens, qual a lógica afirma que não sofreriam dentro de um banheiro unissex?

Mas a principal pergunta que não quer calar dentro de mim é: o que a igreja católica acha disso? Já que a PUC é uma universidade particular da igreja e deveria ter valores cristãos. 

Não podemos deixar politicamente correto destruir valores e tradições. É verdade que ele, as vezes, soa bonito e inofensivo, mas aos poucos ele entra na igreja, na família e censura pensamentos em nome de um falso bem. A igreja não é preconceituosa por não aceitar banheiros unissex, a igreja não é preconceituosa por não realizar casamentos gays, a igreja não é preconceituosa por tratar homem como homem e mulher como mulher. 

Se, como cristãos, defendermos valores da família tradicional, por exemplo, seremos considerados conservadores intolerantes com discurso de ódio.

A polícia do pensamento está a solta como no livro 1984 de George Orwell.

Recomendo a leitura


O marxismo cultural prega o relativismo, não existe verdade absoluta, o que você acredita é pura e simplesmente interpretação sua. Já o verdadeiro Cristianismo tem o discurso completamente diferente disso. 

Existe verdade absoluta:

"Eu sou o caminho, a verdade e a vida." - Jo 14:6

Não existe relativização de tudo: 

"Seja, porém, o teu sim, sim! E o teu não, não!" O que passar disso vem do Maligno." - Mateus 5:37

Então como uma universidade particular católica (repito: CATÓLICA! Ela não é uma universidade pública laica) aceita se dobrar diante dos ensinamentos do mundo e esquece dos ensinamentos e valores cristãos?

Que tenhamos em mente que não devemos nos conformar ou nos sujeitar aos ensinamentos desse mundo (Rm 12:2), bem como devemos nos levantar contra falsos ensinamentos dentro de nossas igrejas (1ª Cor 11:19).




quarta-feira, 30 de agosto de 2017

O socialismo só deu certo em um lugar: nos livros de história do MEC


Você lembra da sua primeira aula sobre o socialismo? Eu lembro da minha. Eu fiquei maravilhada e assombrada ao mesmo tempo.


"Um mundo melhor é possível. É possível um paraíso na terra" - pensei eu. 

"Agora, vocês estão pensando por si mesmos. Não serão mais manipulados. O capitalismo é ruim e controla vocês - disse a professor como um profeta.

Logo depois comecei a questionar tudo, fiquei horrorizada em como o capitalismo era ruim para todos, eu odiava os Estados Unidos com todas as forças.

Mas, confesso, lá no fundo nem sabia porque o odiava.

Você já percebeu? Os livros de história e os professores nos contam todos os defeitos do capitalismo, mas não contam os do socialismo. Na guerra onde só um ataca, é fácil vencer. Se os professores fossem honestos, se fossem professores sem partido, nos contariam sobre os dois lados de maneira justa.

Exemplo de doutrinação

Quem não quer um mundo justo para todos, sem pobreza, sem fome, sem desigualdade, com liberdade, todos felizes e contentes? Essa é a propaganda do socialismo, é linda... e mentirosa!

Uma coisa que aprendi foi: nunca deve-se julgar uma pessoa (ou ideologia) pela propaganda que ela faz de si mesma.

A realidade é bem diferente da propaganda: fila para conseguir comida em regimes socialistas

Veja o que o socialismo fez na Venezuela

"Por um mundo melhor," o socialismo matou mais de 100 milhões de pessoas no século XX e espalhou  o terror, a fome e a miséria por um quarto da superfície da Terra. Coloca aí na conta de Stalin 23 milhões e na da Mao, 78 milhões. Nenhum terremoto, furacão, guerra, epidemia dos últimos quatro séculos, todos juntos, foram capazes de matar tanta gente como o comunismo. 

Leitura recomendada

Porém, questione o seu professor, ou qualquer esquerdista, sobre esses acontecimentos. Ele dirá a famosa frase "Marx foi refutado" ou "aquilo não é socialismo". Stalin subiu ao poder dizendo exatamente isso, que o regime de Trotsky não era o verdadeiro marxismo e que ele o faria, o resultado foi um regime muito pior do que de Trotsky. Daí veio Mao, deu a mesma desculpa e matou muito mais pessoas.

Então, toda vez que vierem com essa frase "deturparam Marx" é para ficar assustado, pois até quando e às custas de quantas vidas, vão tentar implantar o socialismo para se convencerem que não da certo?

O fato de haver milhares de professores socialista nas escolas e universidades não é por acaso. O filósofo marxista Gramsci tinha uma visão muito a frente de seus contemporâneos, ele pregava que a revolução deveria vir de dentro para fora. Os socialistas deveriam tomar as igrejas, as escolas, as famílias, mudar seus valores, sua forma de agir e implantar o socialismo de forma tão natural que as pessoas nem saberiam que são, de fato, socialistas. A famosa Revolução Cultural. 

E assim as escolas, as universidades e as igrejas foram tomadas. Os livros de História falam como o socialismo é lindo, as igrejas pregam a teologia da libertação, as famílias perderam seus valores tradicionais, todas as matérias arranjam um jeito de pregar política e mudar a verdadeira História: que o socialismo ama tanto os pobres que os multiplica. 

A teoria que prega implantar o paraíso na Terra, implantou o inferno.






segunda-feira, 28 de agosto de 2017

A esquerda é amor! Veja prints de como a esquerda reagiu ao ver um post que critica Paulo Freire



Argumentum ad hominem: (latimargumento contra a pessoa) é uma falácia identificada quando alguém procura negar uma proposição com uma crítica ao seu autor e não ao seu conteúdo.

Quem nunca tentou discutir uma ideia com um esquerdista e foi bombardeado com todo tipo de "elogio"?

Pessoa normal: - Sou a favor do armamento da população
Esquerdista: - Fascista!!!

Pessoa normal: - Eu acredito em Deus.
Esquerdista: - Homofóbico!!!

Pessoa normal: - Pessoas loiras me atraem.
Esquerdista: - Racista!!!

Entenderam? Isso é ad hominem. Os esquerdistas só sabem conversar utilizando dele. Em todo momento, eles atacam a pessoa, nunca a ideia.


Não foi diferente quando publiquei um artigo mostrando como Paulo Freire escreve mal. Fui bombardeada de elogios carinhos. 

Veja: 


Nem vou rir. Vai que é doença.







Mas como o capim que ele come vai afetar minha inteligência?




kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, boa!



O que tem a ver uma coisa com outra?




Marx também é reconhecido mundialmente e é uma grande porcaria. 



É muito amor, não é mesmo? Viva a diversidade de ideias! 

domingo, 27 de agosto de 2017

Frases de Paulo Freire que provam que seus livros são cartilhas marxistas




É triste eu ter que escrever algo tão óbvio só porque algumas pessoas simplesmente não enxergam a realidade bem a sua frente.




Esse artigo é em resposta às pessoas, como o exemplo abaixo, que “gritaram” com toda a sua intelectualidade em comentários afirmando que eu estava enganada ao dizer que Paulo Freire é marxista.




Aí vai...

O real objetivo de Paulo Freire

As obras de Paulo Freire têm um objetivo específico, a educação de jovens e adultos. Ele escreveu para instruir pessoas analfabetas adultas com o objetivo de as conduzirem para a revolução marxista. Seus livros são cartilhas de como um revolucionário deve agir. 

Ele sempre deixou isso muito claro, não foi hipócrita e nunca tentou esconder seus reais objetivos. Ele realmente acreditava naquilo que seguia.

“Ele (Paulo Freire) é um teórico político e ideológico, não um educador.” (John Egerton, “Searching for Freire”, Saturday Review of Education, Abril de 1973.)

Freire acreditava que a formação do professor deve ser encarada como um ato político


É por isso que as faculdades de educação do Brasil falam mais de política do que, de fato, alfabetização. O próprio Paulo Freire deixa claro que seu livro não é sobre educação tradicional (ensinar português, matemática, física e química). Segundo ele, ensinar e transferir conhecimento é uma preocupação da educação bancária. A função da pedagogia libertadora não é essa e, sim, criar meios para a revolução libertadora, como as revoluções de Fidel, Lênin e Mao.

Ele ensinava os educandos a se rebelarem


Essas posturas revolucionárias viriam através da pedagogia e resultariam numa revolução cultural na qual o oprimido seria ensinado a “pensar certo”.

O objetivo da revolução é chegar ao poder e para isso é justificável a matança marxista.



Para ele, também é justificável o ato de violência de alguns


Maravilhoso, não é? Ele defende a ideia de que os “oprimidos” podem causar mal a alguém desde que a causa seja nobre. A violência e o ódio podem “inaugurar” o amor. Faz todo o sentido.

Além do fato de ele idolatrar e citar inúmeras vezes torturadores / ditadores / assassinos como Fidel Castro e Che Guevara


Che Guevara, o homem amoroso e autor da frase tão aplaudida na ONU: "Fuzilamentos? Sim, fuzilamos e continuaremos fuzilando sempre que necessário. Nossa luta é uma luta à morte."

Quem afirma que Paulo Freire não era marxista, simplesmente não leu absolutamente nada dele além de suas frases de efeito como “quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser opressor” e bla bla bla, e nem mesmo assistiu alguma entrevista dele. 

Fico me perguntando como as pessoas conseguem não enxergar algo tão óbvio.

Paulo freire era sincero, nunca escondeu seu objetivo de ninguém.



Se mesmo depois de todas essas frases, você ainda não acreditar que Paulo Freire é marxista e que suas obras são pura e exclusivamente para formar militantes marxistas, assista esse vídeo em que ele explica numa entrevista porque se tornou marxista. E se mesmo assim você ainda não acreditar, lamento, vá se internar.


Se isso não é doutrinação marxista, eu não sei mais o que poderia ser.

Obs.: você afirmar que não devo criticar Paulo Freire simplesmente porque ele é reconhecido internacionalmente não é argumento válido já que Marx também o é e já foi refutado e humilhado diversas vezes. Mises que o diga!

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Tente não rir! Frases de Paulo Freire que parecem os discursos doidos da Dilma


Ninguém melhor que Paulo Freire para ser nomeado o patrono da pior educação do mundo.

Quem já leu pelo menos um de seus livros sabe o quanto a escrita dele é ruim. Não que ele seja um intelectual que escreve de forma difícil. Ele simplesmente não sabe escrever! É uma linguagem confusa, ele inventa palavras, repete mais de 10 vezes o mesmo termo numa página só e escreve frases óbvias, como: "não há professor sem aluno" ou "quem ensina, ensina alguma coisa a alguém."



Além do fato de ele fazer questão de citar supostas autoridades de ensino, como Lênin, Che Guevara, Fidel Castro, Mao e Karl Marx.

Alguém poderia me explicar essa tara de Paulo Freire por ditadores assassinos?

Obviamente, antes de ler seus livros, eu não sabia de nada disso, então como uma boa estudante de pedagogia, peguei para ler.

Seus livros 'Pedagogia da Autonomia' e 'Pedagogia do Oprimido' têm por volta de 200 páginas. Bem finos. Mas levei quase três meses para terminá-los de tão ruim que são.

Veja as frases e divirta-se:





(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 25)

(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 99)

(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 124)


(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 20)

(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 26)


(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 30)

(Paulo Freire; Pedagogia da Autonomia; 51ª edição; Editora Paz & Terra; página 62)

(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 127)

(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 128)

(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 115)

(Paulo Freire; Pedagogia do oprimido; 58ª edição; Editora Paz & Terra; página 103)


quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Nunca vi professor agredido em colégio militar



"Trabalhadores uni-vos!" é um dos gritos de protesto mais famosos do socialismo. Vem do livro Manifesto Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels. Ele incentiva os trabalhadores a se rebelarem contra seus patrões ou qualquer autoridade, pois esses malvados os exploram.


Nas salas de aula de todo o Brasil, Karl Marx é apresentado como O Filósofo, O Economista, O Messias, O Herói, O Libertador. Frases de efeito são ditas aos alunos, os quais repetem sem pudor. 

Karl Marx defendia em seus livros que os trabalhadores deveriam se rebelar contra as autoridades e tomar o poder. Isso é ensinado até hoje nas escolas e nas universidades. Mas se o aluno não trabalha, não tem patrão, contra qual autoridade ele vai se rebelar? Além de ir para as ruas quebrar tudo em protestos sem sentido (como o Passe Livre), os alunos se rebelam contra autoridades próximas a eles: professores e família.

O professor criou um monstro que ele mesmo não consegue controlar.

A professora Márcia Friggi, de Indaial, Santa Catarina, nesta segunda-feira (21) foi agredida por um aluno de apenas 15 anos. A docente é declaradamente militante de esquerda, defende abertamente Lula e Dilma em suas redes socais, é contra a diminuição da maioridade penal e em um post comemorou o fato de uma menina ter jogado um ovo no deputado Jair Bolsonaro.

Dois pesos, duas medidas?

Ela classificou em seu post no Facebook como agressão o que sofreu na escola, mas comemorou e disse que era uma "revolução" o fato  de uma universitária jogar ovo num deputado que pensa diferente dela.



Só podemos chegar a conclusão de que quando ela é agredida, o menor merece punição, mas quando o agredido é alguém que ela não gosta, o agressor merece aplauso.

O menino de 15 anos, segundo a ideologia que ela defende, é apenas mais uma vítima de um sistema opressor. Paulo Freire que o diga!

Então, em vez de fazer posts no facebook, a professora deve perdoá-lo, não é mesmo?

Suas ideologias voltaram-se contra ela própria.

Agora, vamos falar sobre as escolas militares. Onde, ao invés de ser ensinado revolução comunista, é ensinado disciplina, respeito à autoridade, ordem e valorização da hierarquia.


Vamos pegar como exemplo uma escola pública, em Manaus. Ela foi militarizada pela PM depois de diversos casos de agressão por parte dos alunos, alguns iam para a aula com facas. Professores tinham medo de dar aula e não voltar mais para casa.

Agora, com a escola militarizada, os professores entram em sala de aula e são saudados pelos alunos, o estudante tem o dever de chegar no horário, cuidar de seu uniforme, cortar o cabelo, tirar notas boas. Nos corredores há militares para fazer a segurança. Em apenas alguns meses, a escola se tornou uma das melhores do país. Não houve mais nenhum caso de professor agredido ou com medo de entrar em sala de aula.

Veja o vídeo:



Não estou defendendo o menor agressor aqui. A vítima nunca é culpada, seja ela quem for e que ideologia defende. O que estou criticando nesse texto é a hipocrisia da professora.

É óbvio que se você planta esquerdismo, você colhe agressão.







quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Maria do Rosário, que defende estupradores, processa Bolsonaro por apologia ao estupro

                                                             Veja o vídeo que gerou toda a polêmica. 


Maria do Rosário, que defende estupradores, processa Bolsonaro por apologia ao estupro. Ironia, não é?

Tudo começou num belo dia na câmara dos deputados.


Jair Bolsonaro, naquele dia, dava uma entrevista para a RedeTV! sobre a emenda 301 que trata justamente disso: a diminuição da maioridade penal.

O caso Champinha reacendeu no Brasil o debate sobre a idade adequada para se punir alguém por um crime.

Champinha sequestrou um casal de adolescente (Felipe Caffé – 19 anos e Liana Friedenbach – 16 anos), matou o rapaz com um tiro na nuca e depois de estuprar a menina durante 5 dias também a matou degolando-a com um facão cego.

A deputada Maria do Rosário (vulgo Maria do Presidiário), conhecida como defensora dos direitos da mulher e da luta feminista, conhecida também por denunciar Bolsonaro por apologia ao estupro, se lançou na luta em defesa do ESTUPRADOR por ele ser menor de idade.

- Ela não defendeu a família que sofria por ter perdido seus entes queridos de forma tão cruel;

- Não buscou justiça por uma menina ter sido torturada durante cinco dias sem cessar;

- Não se compadeceu por um menino tão jovem ter morrido por pura maldade de um demoniozinho.

Tudo que ela fez foi defender Champinha, o estuprador, alegando que esse elemento era vítima da sociedade.

Em contrapartida, Bolsonaro alegava que o caso Champinha era a confirmação de que devemos diminuir a idade penal do Brasil e que o estuprador, independente da idade, deveria pagar pelo o que fez.

Durante o debate, Maria do Rosario ficou toda histérica e nervosinha e vomitou ad hominem. Atacou o Bolsonaro de todas as formas, ele debochou da cara dela e ainda falou para o pessoal da impressa gravar as ofensas dela, e então, a deputada finalizou chamando-o de estuprador. O deputado respondeu calmamente: “jamais estupraria você porque você não merece”

Sim. Ela se sentiu ofendida com essa frase. 

Com a frase que as feministas estampam em seus corpos nos protestos pela rua a fora.




A maior ironia aqui, além de todas as já citadas, é que um dos projetos de lei do deputado é a castração química para estupradores.
A castração, como o nome mesmo diz, é química. Não ocorre a remoção dos testículos, o método consiste em bloquear a testosterona com uso de medicamentos hormonais, diminuindo drasticamente o desejo sexual e a ereção.

Mas o STJ entendeu que essa simples frase foi um ataque verbal à deputada e condenou o deputado a pagar 10 mil a ela.


Pelo visto, a justiça brasileira tem aversão ao real sentido da palavra justiça, já que o professor de filosofia Paulo Ghiraldelli afirmou abertamente sobre Raquel Sheherazade: “espero que ela seja estuprada” e eu não houve nenhum movimento ou revolta do STJ ou das feministas em relação a esse caso.



Agora veja como os Direitos Humanos trataram Champinha com todo o carinho do mundo.


Revoltante, não é?

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

A esquerda tem um poder especial: tudo que toca vira merda.




A esquerda tem um poder especial: tudo que toca vira merda. No Brasil, durante o regime militar, os militares se preocuparam apenas com a luta armada, ignoraram a luta intelectual e tiveram a ideia "genial" de entregar a cultura nas mãos da esquerda. Logo, mesmo durante o regime, tínhamos a mídia e todas as universidades formando toda a elite brasileira com um imaginário socialista.
                
Hoje, não importa onde você esteja, é natural encontrar pessoas que podem nem se interessar por política, que são muitas vezes contrárias a várias pautas da esquerda no campo moral e/ou econômico, mas que emite várias opiniões de cunho socialista. Toda nossa imaginação foi moldada para se adaptar às ideias da esquerda. 

Vivemos numa realidade muito parecida com a do livro Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley.

Nossa mente é preparada desde a infância para se dobrar ao sistema e, mesmo quando tentamos nos voltar contra essa realidade, só conseguimos nos expressar com aquilo que nos foi passado por nossa educação socialista. 

Quando sua linguagem de representação é restrita, é impossível se expressar de maneira concisa e íntegra.
                
Uma das experiências que tive com essa mentalidade esquerdista em nossa sociedade foi com um dos comentaristas do excelente canal Game FM no Youtube. Ao citar os Estados Unidos em um de seus podcast, o comentador disse que os EUA é um país sério e completou dizendo que, agora com o Trump, "um pouco menos sério".  Em outro vídeo, o mesmo comentador disse que não devíamos nos preocupar com o aquecimento global, pois o Trump disse que não existia. O que leva uma pessoa que tem como maior interesse jogos de vídeo game se achar capacitada para falar do governo do presidente americano e a discussão sobre o aquecimento global? 

Resposta óbvia: nossa mentalidade socialista. 

Nas escolas, qualquer moleque de 10 anos é incentivado a dar opiniões sobre tudo, mesmo que, por razões óbvias, ele não tenha capacidade para opinar sobre nenhum dos assuntos que seu professor tenha lhe incentivado a falar.

Logicamente esse problema vai se agravando com a idade, o aumento da ignorância e a perda de inteligência causados pelo sistema de ensino brasileiro vão deixando aquele adolescente mais seguro de si. O fato de seu grupo de amigos partilhar das mesmas opiniões o deixa ainda mais seguro, o professor, sabendo ou não, usa de um artifício muito inteligente: diz que ao contestar as crenças dos pais ou dos mais velhos, o jovem está sendo crítico, o que deixa o moleque todo cheio de si. O problema é que o professor não lembra que se o aluno quiser ser crítico de verdade deve contestar ele próprio e é necessário, antes de formar suas opiniões sobre algo, se esforçar, estudar nas mais variadas fontes, ler todos os autores importantes daquele assunto para depois meditar sobre o que foi lido e, só então, chegar a uma conclusão. 

Na maioria das vezes, o próprio professor nunca fez isso. Logo, não exigirá isso do aluno. Seu único objetivo ali, sabendo ou não, é formar um militante do PSOL.

Voltemos ao comentador do Game FM, duvido que ele seja um militante de partidos de extrema esquerda, mas, sem saber, ele tem as mesmas opiniões que qualquer marmanjo militante do PSOL tem. Isso nos mostra que antes de nos preocuparmos com o messias que irá ganhar as eleições em 2018, temos que cuidar de nossa cultura. 

As eleições do próximo ano são muito importantes, mas são o passo inicial numa jornada que só se inicia. Não podemos achar que um presidente mudará a história de nosso país enquanto nossas crianças e adolescentes são doutrinados durante todo o tempo que ficam dentro das escolas.


Autor: Jônatas Castilho

sábado, 5 de agosto de 2017

Rio de Janeiro comemora a ocupação das Forças Armadas nas ruas


A mídia tenta de qualquer forma descreditar o trabalho das Forças Armadas. Se você pesquisar no google "exército na rua", aparecerão reportagens afirmando que o povo não gostou das forças armadas nas ruas do Rio de Janeiro.



Justificativas fantasiosas da mídia:

1- Não resolve o problema da violência, 
2- As forças armadas na rua só aumenta a violência, 
3- O governo nos tirou o direito de ir e vir. 

A 3 é a melhor. "Direito de ir e vir".

Desde quando temos o direito de ir e vir? 

Vivemos com muros de 3 metros de altura, câmeras de segurança e carros blindados. 
Na Central do Brasil, temos que esconder o celular, tirar os fones, tirar o cordão, tomar cuidado se sentar na janela do ônibus. 

Que liberdade é essa pregada pela mídia que as Forças Armadas tiraram de nós?

Liberdade que se vê por detrás de grades de segurança?

Somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade há anos.

A única liberdade vista daqui é a liberdade para roubar, matar, traficar e corromper. 

Liberdade para ladrões: do crime organizado da favela ao crime organizado de Brasília.

Enquanto os jornalistas afirmam com fervor que o povo está insatisfeito, os motoristas, por exemplo, aplaudem a iniciativa e comemora. Um das pessoas que foi abordada no trânsito afirmou: "Melhor coisa que fizeram. Nós amamos os militares nas ruas. Estamos nos sentindo mais seguros, porque estamos vivendo em tempos de guerra."

(Não se preocupe! Ao clicar no vídeo, você não será direcionado para outra página)















Agradecemos ao glorioso Exército Brasileiro por sua dedicação à população do Rio de Janeiro.