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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Não deixe o celular roubar a sua vida



Oito horas da manhã o despertador do celular grita. A garota que nasceu no século errado pega seu aparelho, desliga o alarme, se levanta e começa seu dia. Enquanto toma seu café, checa suas mensagens e as responde, quando sai de casa, coloca o fone de ouvido e põe para tocar suas músicas. No caminho, o celular apita com um lembrete de que no dia seguinte ela tem um compromisso. 

É maravilhoso! 

Em um aparelho só ela tem um despertador, um calendário, uma agenda, um rádio, um correio e pode se comunicar com seus amigos de forma rápida e objetiva.

O final de semana chega e A garota que nasceu no século errado está com saudade de seus amigos. Ela manda uma mensagem no grupo do whatsapp e marca um encontro em qualquer lugar. O importante para ela, na verdade, é a companhia, é o estar junto.

- Galera, vamos marcar algo para hoje? Muito tempo que não nos vemos. Podem ir na minha casa. Saudades!

Mais tarde a galera animada chega na casa da garota que nasceu no século errado e uma de suas amigas imediatamente pergunta:

- Qual a senha do wifi?

 Eles conversam, falam sobre a vida, as novidades, riem, colocam música alta.


- Amiga, vamos dançar. Sai desse celular. - A garota que nasceu no século errado fala.
- Espera um pouco. O babado está forte aqui.

A garota que nasceu no século errado fala sobre o seu dia com seu namorado, o celular dele bipa, ele olha para o celular e começa a digitar:

- Fica comigo, amor. Sai desse celular – ela pede.
- Eu estou contigo. Só vou enviar essa mensagem aqui.

A garota que nasceu no século errado está num almoço de domingo com a família:

- A comida está uma delícia – ela elogia.
- han...?
-  A comida... larga esse celular.
- Deixa só eu terminar de ver esse vídeo.

A garota que nasceu no século errado já não é mais uma garota e está com seu filho:

- Filho, vai brincar na rua com seus amiguinhos. Sai desse celular.
- Mãe, você é muito chata.

E é assim que o mundo vê quem anseia por mais contato físico do que virtual: uma pessoa chata.
E o que fazer se A garota que nasceu no século errado veio ao mundo justamente no século da informação, das mensagens instantâneas e dos emoticons? Resta-lhe conviver com isso e aceitar que o contato olho no olho está acabando, que sentimentos são emoticons e emoções são status no Facebook.

Ela se sente como o Selvagem do livro Admirável Mundo Novo, simplesmente não consegue se adaptar a essa geração. Ela tem outros valores, outra maneira de conversar, outra maneira de interagir, outra maneira de se relacionar. 

A garota que nasceu no século errado não é mais uma garota, ela é uma mulher e a conclusão que ela conseguiu tirar disso tudo é essa: a internet aproximou quem está longe, mas afastou quem está perto.


segunda-feira, 8 de maio de 2017

O brasileiro e o culto ao diploma


“Estude muito para passar numa boa universidade e ser alguém na vida.” 

Quem nunca escutou essas palavras na vida?

Apesar de 80% dos universitários brasileiros serem analfabetos funcionais, a presença do culto ao diploma é cada dia mais forte. Vivemos em um país no qual é dado muito mais importância a um pedaço de papel chamado diploma do que para o conhecimento adquirido pela pessoa ao longo da vida. Independente do quanto você saiba sobre determinado assunto, se não possuir um diploma, você não será levado a sério ou, no mínimo, não ganhará tão bem quanto um possuidor do papel.

Eu sou universitária. Faço pedagogia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Lembro até hoje de um dia do meu segundo período da faculdade, cheguei atrasada e sentei num lugar muito ruim, eu não enxergava o quadro, então perguntei a menina ao meu lado o que estava escrito e olhei para o seu caderno. Fiquei horrorizada. Sim, essa é a palavra. Horrorizada. Em seu caderno estava escrito as palavras: “criãnça”, “cherox”, “célebro”. A UERJ tem vestibular com duas fases, tem redação, tem todo um processo para conseguir uma vaga no curso desejado, como ela conseguiu passar?

E mais: o curso que ela faz é pedagogia! Ela se formará na faculdade, fará concurso público para professora e dará aula para o seu filho.

E o pior: alguém que não tem o diploma de pedagogia, mas que seja ótimo alfabetizador, não poderá dar aula, pois falta-lhe o papel.

Conheço uma pessoa que foi alfabetizada em casa pela avó que mal concluiu o ensino fundamental, também conheço pessoas que estudaram nos melhores colégios do Rio de Janeiro, que sabem juntar as silabas, mas não entendem o que leem.

Conheço camelôs, garis, empregadas domesticas, donas de casa que leem sobre tudo, sabem conversar sobre política, física, literatura, como também conheço universitários que apenas leem as xerox indicadas pelos professores e escrevem tão mal que é preciso traduzir o que eles dizem.

Se olharmos para a realidade, o que vemos é uma geração de universitários idiotas úteis e de doutores analfabetos funcionais e desempregados.


Esse é o Brasil: o país que valoriza o papel, não o conhecimento.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Atentado terrorista em São Paulo é ignorado pela mídia brasileira


Não é novidade. A mídia brasileira e políticos de esquerda têm uma tara impressionante por terroristas e bandidos. É uma vontade inexplicável de encobrir atos desumanos e perversos cometidos por esses grupos de pessoas. 

Quando um grupo terrorista, por exemplo, matou e feriu várias pessoas em Escoltomo, o título que o jornal O Globo colocou foi: “Veículo atropela pessoas em Escoltomo; polícia fala em 2 mortos e vários feridos”

(imagem retirada da página caneta desesquerdizadora)

É impossível ver o nome dessa reportagem e não pensar: Veículo? Então foi um Transformers? 

E quando terroristas islâmicos jogaram bombas numa igreja cristã no Egito e declararam através de sua agência oficial (Amaq) que eles eram os autores do crime? Mais uma vez a mídia tentou abafar a situação com o seguinte título: “Explosões em igrejas cristãs deixam dezenas de mortos e feridos no Egito”. 


(imagem retirada da página caneta desesquerdizadora)

Explosões... como se fosse um acidente, uma explosão de botijão de gás, por exemplo. 

É ridículo, mas é real.

Diante de tanta vista grossa da mídia brasileira para com os atentados terroristas ao redor do mundo, é óbvio que com São Paulo não seria diferente.

O grupo Direita São Paulo organizou uma passeata na Avenida Paulista contra a Lei de Migração aprovada no Senado e foram surpreendidos com bomba. Dois dos responsáveis pelo atentado eram palestinos, um deles sequer fala português. Além disso, mulheres e idosos foram covardemente agredidos.

Eis o ponto crucial da questão migratória, - escreveu Davi Vieira em seu post no facebook - os multiculturalistas defendem as "liberdades" de imigrantes que nem sempre estão dispostos a respeitar as liberdades fundamentais dos cidadãos nativos que são previstas em lei, como a de manifestação e a de expressão. Mais um duro golpe contra a democracia brasileira, que cambaleia junto às cordas. 

Apesar de tentarem de todas as formas enfiar em nossas cabeças que o Islamismo é a religião da paz, está claro que isso não é verdade. E essas palavras saíram da boca do próprio líder dos muçulmanos:

Assista os vídeos e tire suas próprias conclusões:






 Qual a sua opinião? Por que a mídia encobre tanto os atos terroristas?