sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Afinal, a ideologia de gênero está ou não está na BNCC?


A nova BNCC, Base Nacional Comum Curricular, que foi homologada nessa quarta-feira (20) retirou o texto sobre ideologia de gênero. O ministro da educação informou que o novo documento não trará questões de orientação sexual nas escolas.

A base é plural, respeita as diferenças, respeita os direitos humanos, não há nenhuma prisão à ideologia de gênero ou coisa parecida. Não ficamos presos ao debate estéril que muitas vezes é tomado por ideologias radicais – afirmou o ministro na cerimônia de homologação do documento no Palácio do Planalto, em Brasília.




Será verdade? A ideologia de gênero não está na BNCC?

Essa é a mais irrelevante das perguntas. A ideologia de gênero pode não estar, de forma explícita, na BNCC; mas está nas salas de aula, entranhada na cabeça de professores ativistas imbuídos da missão de formatar a cabeça dos alunos. O que o Conselho Nacional de Educação deveria ter feito -- MAS NÃO FEZ -- é afirmar enfaticamente na BNCC o dever dos professores de respeitar o direito dos pais dos alunos sobre a educação religiosa e moral dos seus filhos; é afirmar enfaticamente que não se admite qualquer forma de DOGMATISMO ou PROSELITISMO na abordagem das questões de gênero.

Os membros do CNE foram espertos... Devem ter pensado: "para que vamos nos indispor com o Congresso? A ideologia de gênero já está nas escolas. Basta não proibirmos e ela vai continuar lá."

Resta saber se o Parlamento brasileiro vai aceitar esse passa-moleque.

Texto retirado da página Escola Sem Partido

Regime Militar X Constituição de 1988: Como a Administração Pública RETROCEDEU depois da Constituição de 1988


Um pequeno resumo: a Administração Pública brasileira se dividiu em Patrimonialista, Burocrática e Gerencialista

O patrimonialismo predominou no período pré-capitalismo, quando o monarca exercia o domínio sobre a coisa do povo (res publica) e a coisa do príncipe (res principis).

A burocrática foi instaurada na Era Vargas e foi a primeira reforma do Estado. Seu objetivo era separar o que era público do privado. Como o nome mesmo diz, ela era uma administração completamente burocrática. Nesse período, foi criado o DASP (Departamento Administrativo do Serviço Público) e se iniciou o movimento de profissionalização do serviço público, implantação de um sistema de ingresso competitivo: concurso e promoção por merecimento (meritocracia). 

A administração era centralizada, seu foco era apenas nos procedimentos e a missão básica, que era servir a sociedade, ficou esquecida.

A Gerencialista tem como objetivo acabar com o excesso de burocracia e focar nos resultados. O cidadão passou a ser visto como um cliente, o usuário final. Ou seja, não basta fazer todos os procedimentos, é também necessário saber se a população está satisfeita com os serviços que estão sendo prestados. A administração era descentralizada.





O QUE O SEU PROFESSOR DE HISTÓRIA NÃO TE CONTOU 

O período Gerencialista teve seus grandes marcos no período militar brasileiro., e o governo se preocupava com:

- Satisfação da população; 
- Transparência nos procedimentos adotados; 
- Participação popular;
- Flexibilização do direito administrativo; 
- Competição administrativa para que os melhores resultados sejam obtidos,


O REGIME MILITAR

Em 1967, Decreto de Lei 200 - mudanças no âmbito da Administração Burocrática.

Em 1970, criação do SEMOR, secretaria da modernização.

Em 1980, criação do ministério da desburocratização do Programa Nacional de Desburocratização.

O FIM DO REGIME MILITAR

Em 1988, com criação da nova (e atual) Constituição Federal houve um retrocesso da administração pública gerencial, com engessamento do aparelho estatal. Um dos principais resultados desse período foi a ocupação de diversos cargos públicos da administração indireta para os políticos dos partidos vitoriosos.
Os mecanismos de controle da CF/88 favorecem o controle social, mas o modelo burocrático expresso na CF/88 dificulta a transparência administrativa (Paludo, 2013).
Houve um retrocesso burocrático sem precedentes, pois além da corrupção, nepotismo e excesso de burocracia, o PDRAE (Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado) afirma que a Constituição de 1988 provocou o engessamento do aparelho do Estado ao estender para os serviços do Estado e para as empresas estatais praticamente as mesmas regras burocráticas rígidas dotadas no núcleo estratégico do Estado. 

REFERÊNCIAS

Jund, S. (2008). Administração, Orçamento e Contabilidade Pública (3rd ed.). Rio de Janeiro: Elsevier.

Paludo, A. (2013). Administração Pública (3rd ed., p. 608). Rio de Janeiro: Elsevier.








sábado, 16 de dezembro de 2017

O que a bíblia diz sobre o aborto?



Não adianta tentar argumentar contra isso: se você é cristã não pode ser feminista, se é feminista não pode ser cristã. As doutrinas são opostas. Seria o mesmo que se declarar judeu nazista, ou ateu satanista, e até mesmo heterossexual de esquerda. Simplesmente não dá.




Não vou me alongar nesse artigo, apenas colocarei aqui passagens bíblicas que deixam claro que Deus protege a vida desde a concepção e nada mudará a palavra do Deus altíssimo.








Para finalizar, quero deixar uma mensagem aqui para quem se diz cristão e defende pautas que vão contra o Cristianismo.






"Cristãs" que não conhecem o Cristianismo criam página a favor da legalização do aborto


Primeiramente, quero deixar claro aqui que esse artigo foi escrito por uma mulher cristã evangélica. Sempre criticarei o que encontrar de diferente do Cristianismo dentro de uma igreja ou grupo que diz ser de Cristo.

Colocarei algumas palavras entre aspas porque se dizer cristão e de esquerda ou cristão que defende o aborto é o mesmo que se declarar judeu nazista. As aspas são necessárias para mostrar que esse povo não é cristão de verdade. Algumas pessoas até dizem que essa página foi criada por não-cristãos para confundir a cabeça das meninas.




Quem não lembra quando "católicas" (entre muitas aspas) levantaram a bandeira do aborto alegando que "até Maria foi consultada para ser mãe de Deus"?


E quem também não lembra quando o "bispo" Macedo declarou abertamente que é a favor do aborto porque é melhor que a criança morra no ventre do que crescer e virar bandido? 

Agora, "evangélicas" decidiram cometer a mesma burrice e criaram uma página chamada Frente Evangélica Pela Legalização do Aborto

O interessante é que as administradoras da página usam todos os argumentos possíveis para defender sua tese, menos o principal, que é a bíblia sagrada. Para ver essa bizarrice e os argumentos delas com seus próprios olhos CLIQUE AQUI.



MAS, AFINAL, O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE O ABORTO?

Já no Antigo Testamento encontramos passagens que protegem a vida ainda no ventre.






No novo testamento também encontra-se passagens que deixam claro que a criança no ventre tem uma personalidade e um propósito.



Percebe-se então que é óbvio que a palavra de Deus é contra o aborto e qualquer coisa que pregarem diferente disso dentro da igreja não vem de Deus. E você tem todo o direito de se levantar contra, mesmo que quem esteja falando for alguém que se diz pastor, padre ou papa.

Para finalizar, gostaria de deixar essa passagem para as administradoras da página:


Se dizer evangélico/católico virou moda, difícil é ser Cristão de verdade.















terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Pluralismo político, o princípio fundamental da Constituição ignorado nas universidades brasileiras


Em uma aula de Direito Constitucional que assisti, o professor explicou sobre os princípios fundamentais da nossa Constituição. O que mais chamou minha atenção foi o Pluralismo Político. A explicação do professor foi a seguinte: "Pluralismo político significa pluralidade de ideias. Significa que o Brasil valoriza a pluralidade do pensamento. Você tem a liberdade de pensar o que quiser e, qualquer pensamento de monopolizar a ideia, qualquer pensamento que tenha como verdade apenas uma forma de pensar vai contra esse princípio. É esse fundamento que permite, por exemplo, a marcha da maconha, ou a marcha a favor da liberação do aborto. Apesar do ato ser proibido, o pensamento não é."

Qualquer pessoa que já estudou Direito ou apenas se deu ao trabalho de ler alguma parte da Constituição brasileira sabe que a Lei é linda na teoria, mas na prática há muitas controvérsias. Com o princípio do pluralismo político não seria diferente.

A pluralidade de ideias dentro das Universidades brasileiras é um mito! 

Dentro da UERJ, por exemplo, há uma pintura do ditador Che Guevara no nono andar; o Centro Acadêmico de pedagogia se chama Paulo Freire e grande parte dos eventos são para homenagear tiranos como Maduro, Fidel e Chavez. Já experimentou falar mal ou criticar algum desses ícones da esquerda dentro da universidade?





Ou já tentou passear por lá com uma camisa de um candidato que eles não apoiam? 


E se você pensa que só os estudantes são vítimas da polícia do pensamento, está completamente enganado. Um professor ousou falar na USP que o socialismo não deu certo e sua aula foi invadida por filhinhos de papai que querem mudar o mundo, mas não arrumam seu próprio quarto nem fazem sua própria comida.

Então, por onde anda esse tal pluralismo político dentro das Universidades? Pois tudo o que vejo é a polícia do pensamento agindo com toda a sua força e em todos os cantos tentando calar qualquer um que não concorde com doutrina de esquerda pregada nas faculdades. 

Nos "debates" promovidos pelas universidades brasileiras, só há a defesa de um lado. A mesa é composta por integrantes do PSOL e do PSTU, onde está a pluralidade de ideias? 
Os alunos do curso de filosofia terminam os quatro anos de curso sem saber quem é Burke, mas sabem muito bem quem é Marx, onde está a pluralidade de ideias? 
Os alunos do curso de pedagogia terminam os quatro anos de curso sem saber o que são as artes liberais, mas sabem muito bem quem é Paulo Freire, cadê o outro lado? Onde está a pluralidade de ideias?

A tal "liberdade" e a tal "diversidade" pregadas na universidade são bem parecidas com a escravidão, então se você é universitário e tem um pensamento contrário ao da esquerda ou apoia um candidato diferente do deles, cuidado! A polícia do pensamento está de olho em você.





“O pensamento conservador na universidade é caçado, proibido, negado e perseguido. Quem está na universidade sabe que a maioria dos professores não indica bibliografia conservadora e que ela continua sendo hermeticamente fechada a qualquer discurso que não seja marxista ou associado”, reforça Luiz Felipe Pondé, professor, filósofo e escritor.






terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Carta aberta ao prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado

Vídeo

Carta escrita por Thiago Cortês

Mais uma vez, o prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado permite que as crianças da cidade sejam alvo daqueles que buscam a sexualização precoce, a doutrinação e a desconstrução das identidades sociais.
Não é de hoje que alerto o prefeito que a sua "Assessoria de Diversidade Sexual" só serve para instrumentalizar a máquina pública a serviço de uma agenda ideológica.
Pois bem, no vídeo acima, vemos a titular da assessoria CONVIDANDO AS CRIANÇAS E OS ADOLESCENTES de Jundiaí para um evento sobre "tolerância".
Nos bastidores, o prefeito andou resmungando que em nenhum momento se falou em "sexualidade" na chamada para o tal evento -- que tem como chamariz um concurso de redação com o tema da tolerância. Que lindo!




Caro Luiz Fernando Machado, a pasta que promove o evento é a sua Assessoria de Diversidade Sexual. Mesmo que promovendo o tema de forma ambígua e covarde, todos nós sabemos que o foco é, sim, a sexualidade das crianças.
A titular da pasta é uma militante e a pasta foi criada e só existe para agradar a militância. O senhor certamente sabe disso, pois não é intelectualmente limitado.
Os alertas já foram várias vezes durante este ano. Todos aqui são testemunhas de que eu fiz minha parte. Agora não dá mais pra ser tão diplomático.
Como é possível que o prefeito Luiz Fernando Machado não enxergue problema em um evento da sua Assessoria Municipal de DIVERSIDADE SEXUAL que TEM COMO PÚBLICO-ALVO AS CRIANÇAS?
Mais uma vez, os pais não foram consultados. Aliás, por que a Assessoria Municipal de Diversidade Sexual quer promover este evento com as crianças e não com os pais, que são os seus tutores legais e morais?
Me parece que a administração municipal entende que não há problema em alienar os pais do processo educacional dos filhos. Podem incluir todo mundo na educação de Jundiaí, incluindo militância LGBT, menos os pais das crianças.
Aliás, fica a pergunta: o prefeito Luiz Fernando Machado permitirá que os seus filhos participem do evento da Assessoria Municipal de Diversidade Sexual?


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Pelo fim da legítima defesa, Senado aprova Estatuto do Desfacamento



Aposto que agora você se sente muito mais seguro.

Nessa quarta-feira (29), a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal aprovou o projeto de lei 320/2015 do senador Raimundo Lira (PMDB-PB) o qual torna crime o porte de arma branca, como faca, estilete e canivete. O projeto de lei prevê pena de um a três anos, além de multa, exceto para os casos de porte para uso em ofício, arte ou atividade para o qual foi fabricado.

Os parlamentares desarmamentistas costumam dizer que proibir as armas da população é uma maneira de protegê-la. "Entregue suas armas e estará seguro." 


Muitas pessoas acreditam nessa mentira porque um dos grandes problemas da sociedade moderna é enxergar o governo como pai e mãe e consequentemente agem como crianças. É por isso que muitos líderes messiânicos surgem e se assumem na posição de pai e faz valer sua vontade sobre a do povo.

Os indivíduos inconscientemente acreditam que, mesmo que governo faça algo incompreensível, é porque ele está apenas querendo o seu bem. Infelizmente não é bem assim que funciona. Desarmar a população é uma das metas comunistas escritas no início da década de 1960 e revelada por Cleon Skousen, ex-agente do FBI, em seu livro The Naked Communist (O Comunista Nu): Meta 3 - Desenvolver a ilusão de que o desarmamento total seria uma demonstração de força moral."

Tirar todo o poder bélico da população, a deixa completamente impotente e sem chances de se defender de um governo tirânico. Enquanto o governo tiver o monopólio das armas, ele poderá fazer qualquer coisa com seu povo sem nenhuma resistência.

O desarmamento da população tem dois objetivos: manter a vantagem da força e o controle social. Isso aconteceu durante toda a história. 





Quando o Brasil era colônia, qualquer um que fabricasse armas de fogo no território brasileiro poderia sofrer pena de morte. 

Getúlio Vargas chegou à presidência, desarmou os cangaceiros e os coronéis e ficou no poder mais de uma década. 

Hitler quando tomou o poder desarmou toda a população e conseguiu matar cerca de 6 milhões de pessoas sem nenhuma resistência.

Stálin, o líder soviético, implementou um severo controle de posse de armas pela população civil e graças a isso conseguiu matar tranquilamente 23 milhões de pessoas.

Mao Tsé Tung também tirou as armas do povo e afirmou que "o partido comunista precisa comandar todas as armas; desta maneira, nenhuma arma jamais poderá ser usada para comandar o partido." Com isso, ele matou 78 milhões.


                                                                   

Você realmente acredita que os líderes desarmamentistas estão preocupados com a segurança da sociedade?

Você também pode ler essa notícia no site do Instituto Liberal.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

A ditadura do pensamento: liberdade religiosa para todos, menos para os cristãos


Quando ouvimos falar sobre perseguição religiosa, é natural pensarmos em torturas e livros sagrados sendo queimados em fogueiras, mas atualmente a situação é um pouco diferente. O Cristianismo está se tornando impraticável por causa de uma minoria barulhenta que prega uma falsa liberdade de culto.

Você tem toda a liberdade de ser cristão, mas se for contra a ideologia de gênero será considerado intolerante.

Você tem toda a liberdade de ser cristão, mas se for contra o casamento gay será considerado homofóbico.

Você tem toda a liberdade de ser cristão, mas se for contra o aborto será tachado de violador dos direitos das mulheres.

Você tem toda a liberdade de ser cristão, mas se reconhecer a família como uma instituição constituída por homem e mulher será considerado intolerante.

Ou seja, você tem toda a liberdade de ser cristão desde que seja a favor de tudo o que sua religião condena ou se cale sobre seus posicionamentos.




SE A OFENSA FOR CONTRA CRISTÃOS NÃO TEM PROBLEMA

Com seus discursos sobre "tolerância" e "respeito", a polícia do pensamento te cerca e tenta te calar de todas as formas, acontece que de tolerantes eles não tem nada! Quando algum ativista desrespeita o Cristianismo, nenhum deles reclama ou faz textão no Facebook:

  • A exposição blasfema do Santander que mostrava Jesus Cristo com um vibrador na mão e hóstias, que representam o corpo de Cristo, com as palavras como "vagina", foi cancelada, mas ninguém foi punido; 



A POLICIA DO PENSAMENTO ATACA NOVAMENTE

Colégio Evangélico de Maringá se posicionou essa semana contra a ideologia de gênero e publicou um vídeo com alunos onde dizia que menino nasce menino e menina nasce menina, pois "Deus não erra". Os esquerdistas não gostaram da posição da escola e se mobilizaram para classificar sua página com uma estrela. 

Várias pessoas acusaram o colégio e os professores de intolerantes e preconceituosos:





Ajude o Colégio! Entre em sua página e classifique-o com 5 estrelas! Hoje é uma escola sendo atacada por defender valores cristãos, amanhã será sua igreja.



ONU imita o nazismo e sugere aborto de crianças com síndrome de down


A Síndrome de Down não é uma doença. Ela é apenas uma ocorrência genética. Em vez de a pessoa nascer com duas cópias do cromossomo 21, ela nasce com três. Essas pessoas têm opinião, não são coitadinhas, elas estudam, trabalham, vivem normalmente como qualquer outra. Mesmo assim o advogado Yadh Ben Achour, representante da Tunísia na Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas, resolveu defender a aprovação de uma lei que proteja mulheres grávidas que desejam abortar filhos com síndrome de down. 

O advogado afirmou em uma reunião oficial da Comissão que o aborto para crianças com Síndrome de Down é um meio viável e deveria ser discutido pela comissão, pois, segundo ele, é preciso evitar que pessoas vivam com desvantagens ao longo de toda a sua vida: "Nós podemos evitar as desvantagens e devemos fazer tudo o que pudermos para evitá-las."

Perceba o perigo nessa declaração, já que ele pode usar o mesmo argumento para matar/abortar também negros, mulheres, homossexuais e pobres apenas argumentando que eles terão desvantagens ao longo de suas vidas.

Uma jovem de 21 anos chamada Charlotte Helene Fein que tem síndrome de down fez um discurso e uma carta aberta que viralizou na internet onde defendeu seu direito de viver e argumentou que a ONU tem se comportado como os nazistas. Sua resposta ao advogado foi publicada pelo ONG Live Acition

"Na década de 1930-40, os nazistas decidiram se livrar de todas as pessoas com deficiência. Mais de 200.000 pessoas foram assassinadas. Incluindo muitas crianças com Síndrome de Down. Hoje, a mesma coisa está acontecendo. Um teste que verifica a existência de Síndrome de Down está sendo usado para erradicar todos os bebês com essa deficiência."

Fien também declarou se sentir "profundamente ofendida" e atacada por uma instituição que deveria defender os direitos humanos, como o da vida, e não tirá-los. 

Se dirigindo ao advogado ela declarou: "Eu sou um ser humano como você. Nossa única diferença é um cromossomo extra. E parece que meu cromossomo extra me deixa muito mais tolerante que o senhor... Se outras características hereditárias, como a cor da pele, fossem usadas para erradicar um grupo de pessoas, o mundo gritaria. Por que vocês não estão chorando quando pessoas como eu estão sendo extintas? O que fizemos para vocês quererem que desapareçamos?" 





A EUGENIA NAZISTA 

O termo eugenia significa "bem nascido". Ela foi definida por Francis Galton como "o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações física ou mentalmente." O nazismo tinha o projeto de eliminar da sociedade qualquer tipo de pessoa que apresentasse alguma dificuldade mental ou física com a justificativa de que eles eram inferiores. O historiador Philippe Burrin explicou em seu livro "Hitler e os judeus" como o Führer lidava com essas situações:

[...] Solicitado por um casal que lhe pedia para autorizar a morte do filho incurável, Hitler respondeu favoravelmente. Decidiu então que o mesmo destino seria imposto sem apelação a todos os recém-nascidos portadores de deformações ou anormais. No dia 18 de agosto de 1939, uma circular do Ministério do Interior obrigava os médicos e parteiras do Reich a declarar as crianças que sofriam de uma deformidade. Reunidos em seções especiais, elas foram mortas pela injeção de drogas ou pela fome.”
Parece que a ONU flerta bastante com o nazismo e não aceita que ser diferente é normal.












sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Facebook é acusado de censurar páginas conservadoras


Não é de hoje que o Facebook é acusado de censurar páginas contrárias aos pensamentos esquerdistas. Em 2016, em uma curiosa orquestração, várias páginas grandes anti-esquerda foram banidas no mesmo dia.
Agora, a maior rede social do mundo é suspeita de manipular dados para diminuir o alcance de páginas conservadoras. Segundo o jornal The New York Times assinado por Stevan Dojcinovic, Mark Zuckerberg está fazendo uma experiência no qual seus usuários são suas “cobaias”.
“A organização independente e sem fins lucrativos de jornalismo investigativo onde sou o editor-chefe é um desses infelizes ratos de laboratório”, acusou Dojcinovic. “No mês passado, notamos que nossas histórias deixaram de aparecer no Facebook, como de costume. Fiquei sem chão. Nossa maior fonte de tráfego, que representa mais da metade de nossas visualizações mensais de páginas, foi prejudicada. Eu pensei que era alguma falha, mas não era”.
O “laboratório” principal para sua experiência foi a Sérvia e outros países pequenos. Lá, a rede social testou a estratégia de excluir páginas alternativas de informação, ou seja, as que não faziam parte da grande mídia do país. A justificativa do Facebook foi que ele estava apenas combatendo as “fakes news”.
“Nós, jornalistas, somos responsáveis por isso também. Usávamos o Facebook para alcançar nossos leitores pois era conveniente, então investimos tempo e esforço para marcar nossa presença lá, ajudando a rede a se tornar o monstro que é hoje. Mas o que está feito, está feito. Ela é uma empresa privada, que não prestas contas a ninguém, que parece ter assumido o ecossistema de mídia do mundo.” Reclamou Dojcinovic.




VOCÊ É UMA DAS COBAIAS
O Facebook faz experiências com seus usuários sem seu conhecimento. A empresa já conseguiu manipular as emoções dos usuários em testes que tentaram tornar as pessoas mais negativas através de suas postagens. Nos Estados Unidos, o democrata Al Fraken pediu a regulamentação de empresas de tecnologias, incluindo as redes sociais. Segundo ele, o perigo é que o Facebook tem o poder de escolher qual conteúdo chega até o consumidor.
Para participar dessa rede social é necessário concordar com seu viés ideológico e político: o americano Allen Muench, aposentado, passava boa parte do seu dia compartilhando conteúdos em sua página conservadora, apoiadora de Trump. Recentemente ele foi banido e sua página tirada do ar, ele recorreu à justiça, mas perdeu, pois o Facebook, por ser uma empresa privada, pode banir quem quiser. O Brasil também é vítima dessa censura, esse mês a página Conservadorismo do Brasil foi apagada sem nenhuma explicação.

Compartilhado originalmente por Jenifer Castilho no Jornal Nação Brasil 

O homem nasce bom? O que o livro 'O Senhor das Moscas' nos ensina sobre sistemas de governo e natureza humana?

Vídeo

Qual é a tendência natural do ser humano ao viver em grupo? Uma sociedade consegue se manter sem governo, sem lei, sem polícia, sem um líder? O homem é naturalmente bom ou ruim? O que fala mais alto é a solidariedade ou a violência? 

É dessas questões que o livro O Senhor das Moscas de William Golding trata.

O mundo está em guerra. Uma bomba atômica atinge o país, mas felizmente o governo consegue colocar um grupo de meninos no avião a tempo de fugir. No meio do caminho, o avião é atingido e partido ao meio. Meninos de 6 a 12 anos caem numa ilha paradisíaca sem nenhum adulto por perto. De início, alguns garotos ficam felizes com a ideia de não ter adultos por lá e resolvem se organizar para viver da melhor maneira possível juntos enquanto não são resgatados. Por votação, Ralph é escolhido como o chefe, ele é um líder natural e sabe envolver as pessoas, mas não é tão inteligente como o menino tímido e atrapalhado apelidado de Porquinho, então todas as suas decisões, voluntaria ou involuntariamente, acabam sendo peneiradas pelas sugestões de Porquinho. Jack, um menino mandão, fica insatisfeito de não ter sido escolhido como o chefe, mas acaba aceitando a decisão e se torna amigo de Ralph... por um tempo. 

Depois de uns dias organizados naquela pequena sociedade, os problemas começam a surgir: nem todos os meninos ajudam nas tarefas, alguns são pequenos demais e vistos como inúteis pelos maiores, as diferenças começam a surgir, fome, frio...

Jack, que se intitulou um caçador e se esforçava para matar porcos e levar carne para os meninos, se revolta com o jeito de Ralph liderar, pois sua prioridade era apenas manter a fogueira acesa para a fumaça servir de sinal caso um navio passe. 

Ralph tem planos a longo prazo, Jack a curto. 

Os dois começam a se estranhar e Jack resolve formar um grupo onde ele dita as regras, acontece que ele se revela um líder ditatorial, diferente de Ralph, que é um líder democrático.





ANÁLISE: 

O Senhor das Moscas ou O Deus das Moscas é outro nome dado ao demônio Belzebu. A partir dessa informação já é possível perceber a ideia pessimista do autor em relação ao humanidade, o motivo talvez seja porque William Golding foi soldado na Segunda Guerra Mundial então ele presenciou de perto as atrocidades que o ser humano é capaz de cometer.

O livro foi escrito em 1954, poucos anos depois da Segunda Guerra Mundial e em plena guerra fria. A história pode fazer uma alegoria a essa guerras, mas também aos governos e líderes de hoje em dia: 

Jack é forte, é sagaz e passa segurança para todos, ele se aproveita do medo dos pequenos, que acham que existe um Monstro na ilha, para unir os meninos contra um inimigo em comum. Apesar de se revelar um líder tirânico e ditatorial que governa através do medo e da punição, ele consegue seguidores fiéis devido a situação complicada que a sociedade passa. Ele promete alimentar os meninos e realmente cumpre com sua promessa, ele faz os meninos pintarem o rosto e cantarem canções de caça, o que traz uma sensação de pertencimento a um grupo. Ele também tem uma postura assustadora, por isso tudo o que ele faz é tolerado por seus súditos sem questionamentos e, quando os demais seguem ordens que não são muito agradáveis, eles afirmam que só estavam cumprindo ordens. Em momentos de crise, é comum as pessoas se apoiarem em alguém que parece ser o salvador da pátria. 


                                                                 

A tática de Jack no livro também foi usada na vida real por Hitler. Os alemães saíram da Primeira Guerra Mundial destruídos, a fome e o desemprego assolavam o país, para unir o povo contra um inimigo em comum, Hitler colocou a culpa principalmente nos judeus e apesar de, com o tempo, ele se mostrar ditatorial e tirânico o povo aceitou, pois ele prometeu dias melhores. Os soldados, quando acatavam ordens desagradáveis, acreditavam que só estavam fazendo seu trabalho.

Hoje, no Brasil, vemos a mesma tática sendo usada pelo governo. A culpa é colocada na "elite branca", nos conservadores e nos cristãos.
  
Ralph é racional, carismático e um líder democrático que pensa a longo prazo, e seu objetivo é sobreviver, mas como os meninos querem soluções imediatas para seus problemas na ilha, Ralph acaba perdendo a força como líder. Além do fato de que ele não consegue liderar sozinho, pois precisa da ajuda intelectual de Porquinho para tomar decisões. O autor mostra a democracia bem frágil em momentos de crise. 

Numa situação conturbada como a dos meninos na ilha, será que você não ficaria tentado a ficar no grupo de Jack, onde tem um líder ditatorial, mas também tem comida, diversão e identidade de grupo?

Porquinho é chorão e medroso, mas é a força intelectual e racional que apoia a democracia. 

O medo e a incerteza do futuro unem os meninos, eles são o estopim da barbárie, tudo passa a ser válido para destruir "o Monstro". O medo justifica a violência.

Você não consegue ser a mesma pessoa depois de ler esse livro. Não foi a toa que essa obra ganhou o prêmio nobel de literatura.

"E no meio deles, com o corpo imundo, o cabelo emaranhado e o nariz precisando ser assoado, Ralph chorava o fim da inocência, as trevas do coração humano."