quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Professora simula colocação de camisinha com a boca e usa aluno como modelo



A educação brasileira está entre uma das piores do mundo. Dentro das salas de aula encontramos casos de assassinatos, estupros, agressões aos docentes, baile funk e até churrasco. Nossos alunos estão entre os piores no ranking mundial de educação e mais da metade dos estudantes universitários são analfabetos funcionais. Porém, todos esses fatos não parecem incomodar alguns professores (ou devo dizer doutrinadores?) que estão preocupados em ensinar aos discentes a idolatrar Marx, Paulo Freire, Fidel, o comunismo, e esquecem (de propósito) a parte mais importante que é ensinar o aluno a ler, escrever e calcular.

Como se não bastasse todos esses absurdos, agora uma "professora" resolveu ensinar aos alunos como faz para colocar camisinha no pênis com a boca e usou um aluno como modelo. Nas imagens, um adolescente aparece com um pênis de borracha na mão, e a professora, após se ajoelhar, coloca a camisinha dentro da boca, introduz no objeto e gesticula o ato.


Em defesa da professora uma de suas alunas escreveu no canal do Youtube o seguinte comentário:

"...esse evento ocorreu em uma universidade a qual faço parte, e a professora do vídeo é uma excelente professora e enfermeira, tem uma bagagem rica em estudos! No momento estava participando de uma mostra de saúde onde abordava os métodos contraceptivos e protetores de doenças sexualmente transmissíveis, onde, só tinha adultos. Dessa forma, como adultos entendemos que não há necessidade de tal espanto em ensinar de forma didática a colocar uma camisinha em um PÊNIS DE PLÁSTICO! E qual o problema em ser com a boca?? Chega de tabus! Chega de ignorância! Enquanto vocês polemizam, muitos estão aí fazendo sexo sem proteção e por conta disso, disseminando e contraindo infecções que poderiam ser evitadas se tivessem o conhecimento necessário! E só pra lembrar: a IGNORÂNCIA É A PRINCIPAL CAUSA DE MORTE!"





NADA É POR ACASO

O livro The Naked Communist (O Comunista Nu) escrito em 1958 pelo ex-agente do FBI Cleon Skousen nos mostra as 45 metas para implantar o comunismo no mundo. A de número 17 trata das escolas: "Obter o controle das escolas. Usá-las como canais de transmissão para o socialismo e propaganda comunista atual. Suavizar o currículo. Obter o controle das associações de professores. Colocar a ideologia do partido nos livros didáticos. A meta 24 fala: "Eliminar todas as leis de obscenidade, chamando-as de 'governo de censura' e uma violação ao direito da liberdade de expressão e liberdade de imprensa. E não pára por aí, meta 25: "quebrar padrões culturais da moralidade através da promoção da pornografia e obscenidade em livros, revistas, filmes, rádios e TV.

Percebeu que os doutrinadores são, sim, parte do problema?



terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Carta aberta ao prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado

Vídeo

Carta escrita por Thiago Cortês

Mais uma vez, o prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado permite que as crianças da cidade sejam alvo daqueles que buscam a sexualização precoce, a doutrinação e a desconstrução das identidades sociais.
Não é de hoje que alerto o prefeito que a sua "Assessoria de Diversidade Sexual" só serve para instrumentalizar a máquina pública a serviço de uma agenda ideológica.
Pois bem, no vídeo acima, vemos a titular da assessoria CONVIDANDO AS CRIANÇAS E OS ADOLESCENTES de Jundiaí para um evento sobre "tolerância".
Nos bastidores, o prefeito andou resmungando que em nenhum momento se falou em "sexualidade" na chamada para o tal evento -- que tem como chamariz um concurso de redação com o tema da tolerância. Que lindo!




Caro Luiz Fernando Machado, a pasta que promove o evento é a sua Assessoria de Diversidade Sexual. Mesmo que promovendo o tema de forma ambígua e covarde, todos nós sabemos que o foco é, sim, a sexualidade das crianças.
A titular da pasta é uma militante e a pasta foi criada e só existe para agradar a militância. O senhor certamente sabe disso, pois não é intelectualmente limitado.
Os alertas já foram várias vezes durante este ano. Todos aqui são testemunhas de que eu fiz minha parte. Agora não dá mais pra ser tão diplomático.
Como é possível que o prefeito Luiz Fernando Machado não enxergue problema em um evento da sua Assessoria Municipal de DIVERSIDADE SEXUAL que TEM COMO PÚBLICO-ALVO AS CRIANÇAS?
Mais uma vez, os pais não foram consultados. Aliás, por que a Assessoria Municipal de Diversidade Sexual quer promover este evento com as crianças e não com os pais, que são os seus tutores legais e morais?
Me parece que a administração municipal entende que não há problema em alienar os pais do processo educacional dos filhos. Podem incluir todo mundo na educação de Jundiaí, incluindo militância LGBT, menos os pais das crianças.
Aliás, fica a pergunta: o prefeito Luiz Fernando Machado permitirá que os seus filhos participem do evento da Assessoria Municipal de Diversidade Sexual?


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Pelo fim da legítima defesa, Senado aprova Estatuto do Desfacamento



Aposto que agora você se sente muito mais seguro.

Nessa quarta-feira (29), a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal aprovou o projeto de lei 320/2015 do senador Raimundo Lira (PMDB-PB) o qual torna crime o porte de arma branca, como faca, estilete e canivete. O projeto de lei prevê pena de um a três anos, além de multa, exceto para os casos de porte para uso em ofício, arte ou atividade para o qual foi fabricado.

Os parlamentares desarmamentistas costumam dizer que proibir as armas da população é uma maneira de protegê-la. "Entregue suas armas e estará seguro." 


Muitas pessoas acreditam nessa mentira porque um dos grandes problemas da sociedade moderna é enxergar o governo como pai e mãe e consequentemente agem como crianças. É por isso que muitos líderes messiânicos surgem e se assumem na posição de pai e faz valer sua vontade sobre a do povo.

Os indivíduos inconscientemente acreditam que, mesmo que governo faça algo incompreensível, é porque ele está apenas querendo o seu bem. Infelizmente não é bem assim que funciona. Desarmar a população é uma das metas comunistas escritas no início da década de 1960 e revelada por Cleon Skousen, ex-agente do FBI, em seu livro The Naked Communist (O Comunista Nu): Meta 3 - Desenvolver a ilusão de que o desarmamento total seria uma demonstração de força moral."

Tirar todo o poder bélico da população, a deixa completamente impotente e sem chances de se defender de um governo tirânico. Enquanto o governo tiver o monopólio das armas, ele poderá fazer qualquer coisa com seu povo sem nenhuma resistência.

O desarmamento da população tem dois objetivos: manter a vantagem da força e o controle social. Isso aconteceu durante toda a história. 





Quando o Brasil era colônia, qualquer um que fabricasse armas de fogo no território brasileiro poderia sofrer pena de morte. 

Getúlio Vargas chegou à presidência, desarmou os cangaceiros e os coronéis e ficou no poder mais de uma década. 

Hitler quando tomou o poder desarmou toda a população e conseguiu matar cerca de 6 milhões de pessoas sem nenhuma resistência.

Stálin, o líder soviético, implementou um severo controle de posse de armas pela população civil e graças a isso conseguiu matar tranquilamente 23 milhões de pessoas.

Mao Tsé Tung também tirou as armas do povo e afirmou que "o partido comunista precisa comandar todas as armas; desta maneira, nenhuma arma jamais poderá ser usada para comandar o partido." Com isso, ele matou 78 milhões.


                                                                   

Você realmente acredita que os líderes desarmamentistas estão preocupados com a segurança da sociedade?

Você também pode ler essa notícia no site do Instituto Liberal.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

A ditadura do pensamento: liberdade religiosa para todos, menos para os cristãos


Quando ouvimos falar sobre perseguição religiosa, é natural pensarmos em torturas e livros sagrados sendo queimados em fogueiras, mas atualmente a situação é um pouco diferente. O Cristianismo está se tornando impraticável por causa de uma minoria barulhenta que prega uma falsa liberdade de culto.

Você tem toda a liberdade de ser cristão, mas se for contra a ideologia de gênero será considerado intolerante.

Você tem toda a liberdade de ser cristão, mas se for contra o casamento gay será considerado homofóbico.

Você tem toda a liberdade de ser cristão, mas se for contra o aborto será tachado de violador dos direitos das mulheres.

Você tem toda a liberdade de ser cristão, mas se reconhecer a família como uma instituição constituída por homem e mulher será considerado intolerante.

Ou seja, você tem toda a liberdade de ser cristão desde que seja a favor de tudo o que sua religião condena ou se cale sobre seus posicionamentos.




SE A OFENSA FOR CONTRA CRISTÃOS NÃO TEM PROBLEMA

Com seus discursos sobre "tolerância" e "respeito", a polícia do pensamento te cerca e tenta te calar de todas as formas, acontece que de tolerantes eles não tem nada! Quando algum ativista desrespeita o Cristianismo, nenhum deles reclama ou faz textão no Facebook:

  • A exposição blasfema do Santander que mostrava Jesus Cristo com um vibrador na mão e hóstias, que representam o corpo de Cristo, com as palavras como "vagina", foi cancelada, mas ninguém foi punido; 



A POLICIA DO PENSAMENTO ATACA NOVAMENTE

Colégio Evangélico de Maringá se posicionou essa semana contra a ideologia de gênero e publicou um vídeo com alunos onde dizia que menino nasce menino e menina nasce menina, pois "Deus não erra". Os esquerdistas não gostaram da posição da escola e se mobilizaram para classificar sua página com uma estrela. 

Várias pessoas acusaram o colégio e os professores de intolerantes e preconceituosos:





Ajude o Colégio! Entre em sua página e classifique-o com 5 estrelas! Hoje é uma escola sendo atacada por defender valores cristãos, amanhã será sua igreja.



ONU imita o nazismo e sugere aborto de crianças com síndrome de down


A Síndrome de Down não é uma doença. Ela é apenas uma ocorrência genética. Em vez de a pessoa nascer com duas cópias do cromossomo 21, ela nasce com três. Essas pessoas têm opinião, não são coitadinhas, elas estudam, trabalham, vivem normalmente como qualquer outra. Mesmo assim o advogado Yadh Ben Achour, representante da Tunísia na Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas, resolveu defender a aprovação de uma lei que proteja mulheres grávidas que desejam abortar filhos com síndrome de down. 

O advogado afirmou em uma reunião oficial da Comissão que o aborto para crianças com Síndrome de Down é um meio viável e deveria ser discutido pela comissão, pois, segundo ele, é preciso evitar que pessoas vivam com desvantagens ao longo de toda a sua vida: "Nós podemos evitar as desvantagens e devemos fazer tudo o que pudermos para evitá-las."

Perceba o perigo nessa declaração, já que ele pode usar o mesmo argumento para matar/abortar também negros, mulheres, homossexuais e pobres apenas argumentando que eles terão desvantagens ao longo de suas vidas.

Uma jovem de 21 anos chamada Charlotte Helene Fein que tem síndrome de down fez um discurso e uma carta aberta que viralizou na internet onde defendeu seu direito de viver e argumentou que a ONU tem se comportado como os nazistas. Sua resposta ao advogado foi publicada pelo ONG Live Acition

"Na década de 1930-40, os nazistas decidiram se livrar de todas as pessoas com deficiência. Mais de 200.000 pessoas foram assassinadas. Incluindo muitas crianças com Síndrome de Down. Hoje, a mesma coisa está acontecendo. Um teste que verifica a existência de Síndrome de Down está sendo usado para erradicar todos os bebês com essa deficiência."

Fien também declarou se sentir "profundamente ofendida" e atacada por uma instituição que deveria defender os direitos humanos, como o da vida, e não tirá-los. 

Se dirigindo ao advogado ela declarou: "Eu sou um ser humano como você. Nossa única diferença é um cromossomo extra. E parece que meu cromossomo extra me deixa muito mais tolerante que o senhor... Se outras características hereditárias, como a cor da pele, fossem usadas para erradicar um grupo de pessoas, o mundo gritaria. Por que vocês não estão chorando quando pessoas como eu estão sendo extintas? O que fizemos para vocês quererem que desapareçamos?" 





A EUGENIA NAZISTA 

O termo eugenia significa "bem nascido". Ela foi definida por Francis Galton como "o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações física ou mentalmente." O nazismo tinha o projeto de eliminar da sociedade qualquer tipo de pessoa que apresentasse alguma dificuldade mental ou física com a justificativa de que eles eram inferiores. O historiador Philippe Burrin explicou em seu livro "Hitler e os judeus" como o Führer lidava com essas situações:

[...] Solicitado por um casal que lhe pedia para autorizar a morte do filho incurável, Hitler respondeu favoravelmente. Decidiu então que o mesmo destino seria imposto sem apelação a todos os recém-nascidos portadores de deformações ou anormais. No dia 18 de agosto de 1939, uma circular do Ministério do Interior obrigava os médicos e parteiras do Reich a declarar as crianças que sofriam de uma deformidade. Reunidos em seções especiais, elas foram mortas pela injeção de drogas ou pela fome.”
Parece que a ONU flerta bastante com o nazismo e não aceita que ser diferente é normal.












sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Facebook é acusado de censurar páginas conservadoras


Não é de hoje que o Facebook é acusado de censurar páginas contrárias aos pensamentos esquerdistas. Em 2016, em uma curiosa orquestração, várias páginas grandes anti-esquerda foram banidas no mesmo dia.
Agora, a maior rede social do mundo é suspeita de manipular dados para diminuir o alcance de páginas conservadoras. Segundo o jornal The New York Times assinado por Stevan Dojcinovic, Mark Zuckerberg está fazendo uma experiência no qual seus usuários são suas “cobaias”.
“A organização independente e sem fins lucrativos de jornalismo investigativo onde sou o editor-chefe é um desses infelizes ratos de laboratório”, acusou Dojcinovic. “No mês passado, notamos que nossas histórias deixaram de aparecer no Facebook, como de costume. Fiquei sem chão. Nossa maior fonte de tráfego, que representa mais da metade de nossas visualizações mensais de páginas, foi prejudicada. Eu pensei que era alguma falha, mas não era”.
O “laboratório” principal para sua experiência foi a Sérvia e outros países pequenos. Lá, a rede social testou a estratégia de excluir páginas alternativas de informação, ou seja, as que não faziam parte da grande mídia do país. A justificativa do Facebook foi que ele estava apenas combatendo as “fakes news”.
“Nós, jornalistas, somos responsáveis por isso também. Usávamos o Facebook para alcançar nossos leitores pois era conveniente, então investimos tempo e esforço para marcar nossa presença lá, ajudando a rede a se tornar o monstro que é hoje. Mas o que está feito, está feito. Ela é uma empresa privada, que não prestas contas a ninguém, que parece ter assumido o ecossistema de mídia do mundo.” Reclamou Dojcinovic.




VOCÊ É UMA DAS COBAIAS
O Facebook faz experiências com seus usuários sem seu conhecimento. A empresa já conseguiu manipular as emoções dos usuários em testes que tentaram tornar as pessoas mais negativas através de suas postagens. Nos Estados Unidos, o democrata Al Fraken pediu a regulamentação de empresas de tecnologias, incluindo as redes sociais. Segundo ele, o perigo é que o Facebook tem o poder de escolher qual conteúdo chega até o consumidor.
Para participar dessa rede social é necessário concordar com seu viés ideológico e político: o americano Allen Muench, aposentado, passava boa parte do seu dia compartilhando conteúdos em sua página conservadora, apoiadora de Trump. Recentemente ele foi banido e sua página tirada do ar, ele recorreu à justiça, mas perdeu, pois o Facebook, por ser uma empresa privada, pode banir quem quiser. O Brasil também é vítima dessa censura, esse mês a página Conservadorismo do Brasil foi apagada sem nenhuma explicação.

Compartilhado originalmente por Jenifer Castilho no Jornal Nação Brasil 

O homem nasce bom? O que o livro 'O Senhor das Moscas' nos ensina sobre sistemas de governo e natureza humana?

Vídeo

Qual é a tendência natural do ser humano ao viver em grupo? Uma sociedade consegue se manter sem governo, sem lei, sem polícia, sem um líder? O homem é naturalmente bom ou ruim? O que fala mais alto é a solidariedade ou a violência? 

É dessas questões que o livro O Senhor das Moscas de William Golding trata.

O mundo está em guerra. Uma bomba atômica atinge o país, mas felizmente o governo consegue colocar um grupo de meninos no avião a tempo de fugir. No meio do caminho, o avião é atingido e partido ao meio. Meninos de 6 a 12 anos caem numa ilha paradisíaca sem nenhum adulto por perto. De início, alguns garotos ficam felizes com a ideia de não ter adultos por lá e resolvem se organizar para viver da melhor maneira possível juntos enquanto não são resgatados. Por votação, Ralph é escolhido como o chefe, ele é um líder natural e sabe envolver as pessoas, mas não é tão inteligente como o menino tímido e atrapalhado apelidado de Porquinho, então todas as suas decisões, voluntaria ou involuntariamente, acabam sendo peneiradas pelas sugestões de Porquinho. Jack, um menino mandão, fica insatisfeito de não ter sido escolhido como o chefe, mas acaba aceitando a decisão e se torna amigo de Ralph... por um tempo. 

Depois de uns dias organizados naquela pequena sociedade, os problemas começam a surgir: nem todos os meninos ajudam nas tarefas, alguns são pequenos demais e vistos como inúteis pelos maiores, as diferenças começam a surgir, fome, frio...

Jack, que se intitulou um caçador e se esforçava para matar porcos e levar carne para os meninos, se revolta com o jeito de Ralph liderar, pois sua prioridade era apenas manter a fogueira acesa para a fumaça servir de sinal caso um navio passe. 

Ralph tem planos a longo prazo, Jack a curto. 

Os dois começam a se estranhar e Jack resolve formar um grupo onde ele dita as regras, acontece que ele se revela um líder ditatorial, diferente de Ralph, que é um líder democrático.





ANÁLISE: 

O Senhor das Moscas ou O Deus das Moscas é outro nome dado ao demônio Belzebu. A partir dessa informação já é possível perceber a ideia pessimista do autor em relação ao humanidade, o motivo talvez seja porque William Golding foi soldado na Segunda Guerra Mundial então ele presenciou de perto as atrocidades que o ser humano é capaz de cometer.

O livro foi escrito em 1954, poucos anos depois da Segunda Guerra Mundial e em plena guerra fria. A história pode fazer uma alegoria a essa guerras, mas também aos governos e líderes de hoje em dia: 

Jack é forte, é sagaz e passa segurança para todos, ele se aproveita do medo dos pequenos, que acham que existe um Monstro na ilha, para unir os meninos contra um inimigo em comum. Apesar de se revelar um líder tirânico e ditatorial que governa através do medo e da punição, ele consegue seguidores fiéis devido a situação complicada que a sociedade passa. Ele promete alimentar os meninos e realmente cumpre com sua promessa, ele faz os meninos pintarem o rosto e cantarem canções de caça, o que traz uma sensação de pertencimento a um grupo. Ele também tem uma postura assustadora, por isso tudo o que ele faz é tolerado por seus súditos sem questionamentos e, quando os demais seguem ordens que não são muito agradáveis, eles afirmam que só estavam cumprindo ordens. Em momentos de crise, é comum as pessoas se apoiarem em alguém que parece ser o salvador da pátria. 


                                                                 

A tática de Jack no livro também foi usada na vida real por Hitler. Os alemães saíram da Primeira Guerra Mundial destruídos, a fome e o desemprego assolavam o país, para unir o povo contra um inimigo em comum, Hitler colocou a culpa principalmente nos judeus e apesar de, com o tempo, ele se mostrar ditatorial e tirânico o povo aceitou, pois ele prometeu dias melhores. Os soldados, quando acatavam ordens desagradáveis, acreditavam que só estavam fazendo seu trabalho.

Hoje, no Brasil, vemos a mesma tática sendo usada pelo governo. A culpa é colocada na "elite branca", nos conservadores e nos cristãos.
  
Ralph é racional, carismático e um líder democrático que pensa a longo prazo, e seu objetivo é sobreviver, mas como os meninos querem soluções imediatas para seus problemas na ilha, Ralph acaba perdendo a força como líder. Além do fato de que ele não consegue liderar sozinho, pois precisa da ajuda intelectual de Porquinho para tomar decisões. O autor mostra a democracia bem frágil em momentos de crise. 

Numa situação conturbada como a dos meninos na ilha, será que você não ficaria tentado a ficar no grupo de Jack, onde tem um líder ditatorial, mas também tem comida, diversão e identidade de grupo?

Porquinho é chorão e medroso, mas é a força intelectual e racional que apoia a democracia. 

O medo e a incerteza do futuro unem os meninos, eles são o estopim da barbárie, tudo passa a ser válido para destruir "o Monstro". O medo justifica a violência.

Você não consegue ser a mesma pessoa depois de ler esse livro. Não foi a toa que essa obra ganhou o prêmio nobel de literatura.

"E no meio deles, com o corpo imundo, o cabelo emaranhado e o nariz precisando ser assoado, Ralph chorava o fim da inocência, as trevas do coração humano."







quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Por que Magno Malta retirou o projeto Escola Sem Partido do Senado?




O senador Magno Malta (PR/ES) apresentou um requerimento nessa segunda-feira (20) que retira de tramitação no Senado o projeto Escola Sem Partido. A proposta seria debatida na Comissão de Educação na terça e estava prestes a ser votada no colegiado.





ENTENDA:

O senador Magno Malta retirou seu projeto de Lei Escola Sem Partido por uma questão meramente estratégica: não haveria quórum suficiente para aprová-lo no Senado agora.
Ele preferiu retirar o projeto de sua autoria, e dar apoio ao projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados, e que tem mais chances de emplacar.
O senador continua apoiador do Escola Sem Partido.
Carente de vitórias e boas notícias, a esquerda e outros apoiadores da doutrinação escolar elogiaram Magno e trataram de interpretar a manobra como uma "vitória dos movimentos sociais". Ou seja, trataram como vitória política uma mera decisão tática.

Coitadinhos. Tenho pena...

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Provas de que existe doutrinação ideológica nas escolas


Durante a audiência pública que ocorreu na câmara municipal de São João de Meriti, na Baixada, sobre o Escola Sem Partido me deparei com algumas pessoas contrárias ao projeto afirmando que não existia doutrinação nas escolas. Uma das docentes afirmou que ela, como professora de geografia não conseguia obrigar o aluno a fazer trabalho de casa, imagina doutriná-lo.

Abaixo segue alguns casos que acontecem dentro de sala de aula para que você possa tirar suas próprias conclusões.

1 - O livro de história Nova História Crítica distribuído pelo MEC bateu recorde de vendas no Brasil, contabilizando 10 milhões de exemplares e lido por mais de 30 milhões de alunos. O problema é que esse livro não foi escrito por um historiador

Mario Furley Schmidt nunca se formou em história e seu livro é mero panfleto marxista.






2 - Que tal apresentar um trabalho exaltando o PT, Marx e com blusas com o símbolo comunista para ganhar uns pontinhos?



3 - O que achou dessa pintura?



4 - Apesar dessas crianças não saberem qual é a posição correta da letra 'N', com certeza sabem o que é uma PEC. Ou não.




- O 'golpe' nas escolas.



- O livro de Língua Portuguesa para Ensino Fundamental (6º ano) também não escapou da propaganda ideológica. Lula aparece no conteúdo de ''expressão oral". (27447C0L01; atende crianças de 11 a 12 anos)




- Acredite se quiser, os livros de Educação Física também não escaparam. O capítulo 3 da disciplina tem o nome "faço esporte ou sou usado pelo esporte?". Ele afirma que o esporte sofre influência do sistema capitalista para explorar e dominar as massas, impondo ideias politicas e filosóficas. 

“Regras: é preciso respeitá-las para sermos bons esportistas. Em nossa sociedade, devemos ser submissos às regras impostas pela classe dominante. Em nosso convívio social, devemos respeitar nossos colegas (…), contribuindo com o êxito da equipe ‘de trabalho’, isso quer dizer ‘enriquecer cada vez mais os patrões’”, diz o livro.




- Para fechar com chave de ouro que tal pagar por um Centro de Difusão do Comunismo?


 

"Aconteceu na Universidade Federal de Ouro Preto. Vinculado ao curso de Serviço Social, o Centro de Difusão do Comunismo, sob a coordenação do professor André Luiz Monteiro Mayer, desenvolveu dois projetos de extensão: a Equipe Rosa Luxemburgo (um grupo “de Debate e Militância Política Anticapitalista”) e a Liga dos Comunistas (“núcleo de estudo e pesquisa sobre o movimento do real, referenciado à teoria social de Marx e à tradição marxista”). Só há um único propósito no Centro de Difusão do Comunismo – como diz o seu nome, difundi-lo. E com dinheiro público." 

Entenda!

Muitos professores não se dão conta de que são doutrinadores porque eles também foram doutrinados quando alunos. Aquela é a única realidade que eles conhecem.




Como reconhecer um doutrinador?

- Ele frequentemente se desvia do assunto de sua matéria para comentar assuntos relacionados ao noticiário político e internacional;

- Indica textos e livros com determinada corrente ideológica e ignora qualquer outro que tenha uma visão diferente.

- Ridiculariza crenças religiosas ou convicções políticas;

- Pressiona os alunos a expressar determinados pontos de vistas nos trabalhos;

- Não admite que o "outro lado" possa ter alguma razão;

- Transmite ao aluno que o mundo político se divide em o "bem" e o "mal"



domingo, 19 de novembro de 2017

O Brasil depois do Regime Militar


Nas universidades e na mídia quando se fala sobre o Regime Militar é comum ouvirmos sobre "uma noite que durou 21 anos". Nos livros didáticos, lemos sobre os porões da ditadura, torturas, governo autoritário, censura, perseguição e toque de recolher. Em comparação com os dias de hoje, as universidades, mídia e livros didáticos dizem que agora temos liberdade de expressão, liberdade de ir e vir, democracia, liberdade... liberdade?

Liberdade para quem? Liberdade para o que? No Brasil, o que consigo ver é a liberdade que se tem para matar, para roubar e traficar.

A liberdade que temos hoje é aquela vista por trás de muros com mais de 3 metros de altura, com o portão de nossas casas muito bem trancado ou de dentro de um carro blindado com vidro fumê. 

Agora estamos no tempo da paz, segurança e liberdade? O que vejo é corrupção, polícia pacificadora, exército nos morros, crianças viciadas e armadas, assaltos e facadas.

Agora temos julgamentos justos? O que vejo é impunidade, estuprador sendo mimado e protegido pelo Direitos Humanos, bandidos de terno e gravata sendo reconhecido, recompensado e até indenizado.

Essa é a terra da liberdade? O que vejo é cracolândia, arrastões, toque de recolher, bandidos comandando o crime de dentro das prisões.

Quando se conversa com alguém que viveu naquela época a história é bem diferente da que encontramos nos livros, frequentemente ouvimos depoimentos emocionados: "Naquela época era muito melhor." "Não era essa bagunça que é hoje." "Sinto muita saudade." São depoimentos que eu ouvi. E você? Conhece alguém que viveu naquela época? 





Você realmente acha que o Brasil melhorou depois do Regime Militar?

Durante os 20 anos do regime, houve a criação da Eletrobras, construção de quatro portos e recuperação de mais vinte, implementação do metrô em SP, RJ, BH, Recife e Fortaleza, construção da ponte Rio-Niterói, construção da Rodovia Rio-Santos (BR 101), criação da Embratel e Telebrás, FGTS, PIS e PASEP.

Regime militar: mais de 100 milhões de habitantes, 500 morreram, incluindo militares.
Hoje: No primeiro semestre de 2017 foram registrados 28, 2 mil homicídios.

Uma noite que durou 21 anos? Mas e toda essa roubalheira que dura mais de 30 anos à luz do dia?



sábado, 18 de novembro de 2017

Em terra de "minorias" quem é branco, hétero e cristão fica na merda


Você não é mulher, não é negro, não é homossexual e não é índio. Também não é guerrilheiro, não invade terras e não é assaltante. Você é apenas um cidadão branco, heterossexual e cristão. Sua vida é normal. Você lutou, estudou e conseguiu um emprego. Acorda cedo, enfrenta o trânsito caótico e a violência da sua cidade todos os dias. No início de cada mês recebe seu salário, agradece a Deus, paga todas as suas contas e tudo recomeça.

Você mata um leão por dia como a maioria dos brasileiros, mas a mídia, as leis e o governo te informam que há uma dívida em seu nome a ser paga pelo simples fato de ter nascido com essa cor. Azar o seu.

Você não tem uma delegacia especializada em crimes contra pessoas como você.

Você não pode ter orgulho da sua cor e sair com uma camiseta escrito 100% branco.

Sua família não tem direito ao auxílio reclusão. Esse benefício é só para família de presos.

O Direitos Humanos não te oferece água e balinha quando chega cansado do trabalho. A água acabou quando eles a deram para o estuprador Champinha.

Você tirou uma nota maior que a de alguém que se intitula negro num vestibular que tem poucas vagas? Desculpe! A vaga é dele. É aquela tal dívida, sabe?

Você não pode fazer piada, mas deve aceitar quieto uma exposição desrespeitando a sua fé. Afinal de contas, aquilo é arte.




Depoimento de Aline Machado:

"Um fato aconteceu próximo à minha casa. Um casal negro de lésbicas passou fumando maconha. Eu ia chamar meu esposo que é PM, mas ele é hétero e branco! Resolvi não arriscar. Ele responderia por racismo, machismo e homofobia ao mesmo tempo! Olha que merda! O politicamente correto me venceu!"

Mesmo que você tenha lutado para chegar onde está, é preciso que aceite tudo isso calado. Afinal de contas você nasceu branco, é hétero e cristão.