Facebook


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Aborto: “meu corpo, minhas regras”, mas e o corpo do bebê?

O dia 29 de novembro de 2016 pareceu eterno: acordamos com a notícia da queda do avião da Chapecoense resultando na morte de 73 pessoas, mais tarde a Câmara aprovou uma emenda que pode acabar com a operação Lava Jato, e a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal afirmou que não vê crime na prática de aborto realizada durante o primeiro trimestre da gestação.

A mulheres que defendem o aborto costumam falar a seguinte frase: “meu corpo, minhas regras”, afirmando que o governo não pode proibi-las de fazer ou deixar de fazer algo em seus corpos. Acontece que o corpo do bebê não é uma extensão do corpo da mulher, o corpo é dele e o direito de viver também.





O QUE A CIÊNCIA DIZ?

O doutor Bernard Nathanson é um dos fundadores da Liga Nacional do Direito ao Aborto nos EUA, a maior clínica de aborto do mundo. Na época em que ele era diretor, era realizado 130 abortos por dia, todos os dias, sete dias por semana, menos no natal. Ele fez, pessoalmente, cinco mil abortos e por suas ordens foram realizados sessenta mil.

Então, surgiram novas tecnologias e com elas a ciência chamada fetologia, esse médico constatou que a vida começa na fecundação e que o feto é uma vida humana. Quando ele se deparou com isso, parou de praticar aborto imediatamente e começou uma das maiores campanhas de conscientização contra o aborto.

Com 12 semanas, o coração do bebêzinho já está formado e funciona bombeando sangue para todas as partes do corpo, os cabelos e unhas começam a crescer, e nessa idade ele é capaz de mexer os braços, os dedos e de sorrir.



O livro Obstetrícia de Willians, 16ª edição, publicado em 1980 e usado nas escolas de medicina nos EUA diz o seguinte em seu prefácio: “Felizmente entramos numa era em que o feto pode ser já considerado e tratado como nosso segundo cliente... quem poderia sonhar, mesmo a alguns anos, que poderíamos atender um feto como médico?”

Os médicos, ao se formarem, juram preservar a vida de seus pacientes e o feto é considerado um paciente.

Durante o processo de aborto, quando o médico introduz o instrumento no útero da mulher, o bebê se afasta, fica agitado, seus batimentos cardíacos aumentam drasticamente, e ele foge desesperadamente numa tentativa inútil de preservar sua vida, a criança percebe o perigo mortal que está por vir. Quando o instrumento a pega, arranca suas pernas, seus braços, até separar todo o corpo da cabeça para destruí-la. 

E é assim que o útero deixa de ser um berço e se torna um túmulo. O assassinato está completo.











NEM TUDO ESTÁ PERDIDO

Há diversos tipos de métodos anticoncepcionais no mercado:  pílula, camisinha, DIU, injeção, anel vaginal, ligadura de trompas, vasectomia, diafragma, espermaticida e adesivo, mas se você engravidou, e não deseja o bebê, existem ONGs que têm como o objetivo a preservação da vida e podem te ajudar. A AMGI – Apoio às Mulheres numa Gravidez Indesejada, da assistência à mulher durante todos os meses da gravidez (acompanhamento médico, preparação pré-parto e pós-parto, apoio psicológico, aconselhamento, cursos sobre cuidados com o bebê e amamentação; além de cursos de artesanato, para que as gestantes conquistem sua autonomia financeira)

Não use o assassinato como uma forma de fugir do problema, existem outras saídas, isso não é o fim.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

CÂMARA APROVA EMENDA PARA ACABAR COM A LAVA JATO

Emenda é o ato de consertar, endireitar, refazer.



Na madrugada de hoje, 30 de novembro de 2016, o governo aproveitou o momento de luto brasileiro pela equipe chapecoense para aprovar na Câmara dos Deputados uma emenda, um acréscimo ao projeto “10 medidas contra a corrupção" que define a previsão de crime de responsabilidade para juízes e membros do ministério público. Foram 313 votos a favor e 132 contra. O objetivo dessa emenda é simples: colocar juízes como Sergio Moro no banco dos réus, livrar os investigados, e assim praticamente acabar com a operação lava jato.

Uma inversão de valores absurda!

Simplesmente querem que o juiz honesto seja condenado enquanto os ladrões da lava jato saem impunes.

A emenda segue agora para o Senado, ainda sem data prevista para a votação.

O que esperar de um governo onde a sua grande maioria é corrupta? É claro que eles farão e aprovarão leis que os livre da cadeia.


Esse é o Brasil. 

VOCÊ JÁ DISSE “EU TE AMO” HOJE? #FORÇACHAPE

Apesar de a Morte ser a única certeza que temos na vida nunca conseguiremos nos acostumar com ela.



Hoje, 29/11/2016, o Brasil acordou de luto. O avião que levava a delegação da Chapecoense de São Paulo para Medellín/Colômbia caiu deixando 73 mortos. Não pude evitar pensar que naquele avião haviam jogadores jovens e sonhadores que se despediram de seus pais prometendo retornar; jogadores que beijaram seus filhos e disseram que trariam um presente bem legal; jogadores que abraçaram suas namoradas ou esposas dizendo o quanto sentiriam sua falta. 

E então eles se foram, para nunca mais voltar.

Ninguém pode ter certeza se existe algo depois dessa vida, uma parte de mim (grande parte) acredita que estamos aqui só de passagem e que há um lugar onde todos nos encontraremos novamente, mas a passagem nesse mundo dói, deixa feridas, a morte um dia chega para todos sem aviso, sem hora marcada. E a dor ataca quem fica, a saudade é traiçoeira e a gente apenas se acostuma a conviver com a ausência.

Somos tão frágeis diante da vida e muitas vezes esquecemos de viver. Saímos brigados de casa sem saber se voltaremos, esquecemos de mandar aquela mensagem de ‘bom dia’ tão simples que deixa uma pessoa em específico tão feliz, esquecemos (ou temos medo) de demonstrar o amor que sentimos, e a vida, tão frágil como ela é, passa sem percebermos.

Imagina se a pessoa que você mais ama na vida morrer. Imagina como seria enviar uma mensagem no whatsapp sabendo que jamais seria respondida, ligar para o número de telefone dela sabendo que sempre cairia na caixa postal, a procuraria nas redes sociais sabendo que ela jamais estaria online, imagine um mundo sem ela e diga para ela o quanto você a ama.

Não espere perder para dar valor.

Que Deus console o coração dos familiares.

#ForçaChape #Luto


terça-feira, 22 de novembro de 2016

EU ESCOLHO SALVAR O POLICIAL

Globo sendo Globo.


Fátima Bernardes fez uma enquete em seu programa onde a pergunta era a seguinte: Quem salvar primeiro, traficante em estado grave ou policial levemente ferido? De 8 participantes, 7 escolheram o bandido. A justificativa dada foi que são dois seres humanos e é mais lógico escolher o que está em estado grave.

Acontece que nem tudo é preto no branco como parece.

Afinal, nessa situação hipotética, se o policial está levemente ferido, quem o feriu?

E se o traficante está em estado grave, onde ele estava? O que fazia? A resposta provavelmente não é: numa sala de aula estudando ou numa entrevista de emprego.

O bandido atira para matar e o policial deve entregar flores?

Às vezes acho que esses defensores de bandidos vivem num outro planeta. 

No Rio de Janeiro, os bandidos fazem blitz falsa para pegar militares e matá-los, o crime é tão bem organizado que eles chegaram ao ponto de ter carteirinha descrevendo sua função de “matador de policial”; os turistas, durante as olimpíadas, foram orientados a não mexer no celular na rua, pois poderiam ser assaltados; nós, mulheres, temos medo quando saímos sozinhas na rua.

Isso acontece todos os dias, sem folga.

Independente da ferida leve do policial, sua vida é completamente estressante, ele está lá para proteger a população, e você escolhe salvar o bandido?


“Mas todos merecem uma segunda chance.” Os defensores de bandidos afirmam. Então, onde está a segunda chance da pessoa que foi morta pelo bandido?

1- Já rolou na internet vídeos de bandidos executando um pedreiro, morador de favela, porque ele não aceitou fazer uma casa de graça. Onde está a segunda chance do pedreiro pai de família?

2- Já houve caso em que o bandido atirou numa mulher dentro do ônibus porque ficou com raiva, pois ela só tinha 10 reais na carteira. E a segunda chance dela?

3- E também um caso em que bandido matou uma criança de 11 anos enquanto ela brincava no portão de casa simplesmente porque ela era sobrinha de um traficante de uma facção rival. E a segunda chance da criança?

4- Certa vez um médico cuidou de um traficante que chegou muito ferido no hospital em que trabalhava, passados alguns dias o indivíduo se recuperou, recebeu alta e voltou para a vida do crime. Num certo dia, encontrou o médico que atendeu ele no hospital e o assaltou. O médico o reconheceu e falou: - Você não lembra de mim? Eu cuidei de você no hospital. O bandido respondeu friamente: você estava fazendo o seu trabalho e eu estou fazendo o meu.

E você escolhe salvar o bandido?

Em nome dos cidadãos de bem do Brasil, quero dizer: NÓS ESCOLHEMOS SALVAR O POLICIAL porque dentro daquela farda há um ser humano, um pai de família, alguém de carne e osso, que trabalha sob um sol escaldante e também debaixo da chuva violenta, há alguém que constantemente vê a morte, que sai para trabalhar e não sabe se vai voltar.




E você que escolhe salvar o traficante, quando for assaltado por um deles, chame o Batman.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

A incrível geração mimimi


Numa galáxia muito longe da nossa, existe um planeta habitado por indivíduos muito inteligentes e cultos.

Há um grupo muito influente que conquistou quase todo o planeta. Eles são denominados: “a incrível geração mimimi”.

Essa geração acorda ao meio dia e não arruma sua cama, almoça e não lava seu prato, e quando acaba sua rotina “matinal”, finalmente se conecta ao wi-fi pago por seus pais opressores e enche as redes sociais diariamente de reclamações sobre o machismo, racismo, e a sociedade patriarcal. Ela só lê (quando se dá ao trabalho) as xerox’s da universidade indicadas por seus professores.

Se orgulham de sua intelectualidade e, quando alguém escreve nas redes sociais algo que eles não concordam, não citam livros, nem fontes confiáveis. Não precisam dessa barbaridade! Eles simplesmente respondem com toda sua inteligência e perspicácia a mesma frase de sempre: “apaga que dá tempo”.

Que sagacidade, não é mesmo?

Não precisam ler nenhum autor conservador ou liberal para criticá-los, pois lá no fundo todo mundo sabe que esses autores não sabem do que falam. Na verdade, essa geração não precisa nem mesmo ler autores que eles próprios defendem. Se a mídia diz que ele é bom, se os professores dizem que ele é bom, por que questionar?

Em falar em questionar, essa geração é a mais inteligente.

Todos pensam igual, todos dizem os mesmos clichês e as mesmas frases de efeito, mas se consideram autônomos e afirmam constantemente que pensam por si mesmos e são independentes.

Você precisa esquecer sua identidade para fazer parte dessa geração, precisa se rotular e ter uma opinião formada sobre tudo. “Aquilo que o Tico Santa Cruz publicou”, “aquilo que Jean Wyllys cuspiu... quer dizer, falou.” Deve estar atento aos temas políticos do momento senão ficará de fora da roda dos doutores da política das redes sociais.

E aceite! A Polícia Federal não sabe de nada! Aquele macho opressor chamado Sérgio Moro, que estudou a vida toda, se tornou juiz federal em 1996, que chefiou a 3ª Vara Federal de Joinville em Santa Catarina, que tem vários livros publicados não sabe de nada! Quem sabe de tudo é seu professor de história de 40 anos que ainda mora com a mãe.

O resto é golpe! Aceita que dói menos.

A incrível geração mimimi sempre trabalha com a lógica.

O deputado gay se fantasia e homenageia um personagem terrorista da história que mandava gays para campos de concentração e os matavam.



A mulher feminista diz que o lugar de toda mulher é onde ela quiser, mas se ela quiser ficar fora do movimento feminista merece ser estuprada.



Essa geração é contra a pena de morte, mas a favor do assassinato dos bebês desde que eles ainda estejam no ventre.



Essa foto representa mais um caso de um espermatozoide abusado e opressor que entrou no ventre dela sem seu consentimento.

E o que falar daquelas guerreiras que lutam contra cultura do estupro e a sociedade patriarcal? Não poupam esforços para acabar com as injustiças impostas a elas. Elas não se depilam e postam em suas timelines sobre o estupro que sofrem diariamente ao sair na rua e ter a infelicidade de um macho lhes olhar.



(Não é brincadeira! Isso realmente aconteceu!)

Eles exigem que os vilões fictícios sejam politicamente corretos.



Cartaz do filme X-men: Apocalypse. Apocalipse, um dos maiores vilões das histórias em quadrinhos, asfixiando a personagem Mística.

Comentários da geração intelectual: “F***-se essa merda. Há um imenso problema quando as pessoas da 20th Century Fox acham que violência contra mulher é a melhor forma de divulgar um filme.”

Com certeza, afinal o que motivou ao grande vilão a estrangular Mística foi o simples fato de ela ser mulher. Machistas não passarão!

Os refrigerantes também devem ser politicamente corretos.




Quem não lembra desses limões muito engraçados da Pepsi?

Eles voltaram causando muita polêmica no meio da geração mimimi. O nome do vídeo já diz tudo: o mundo está chato. Eles falam de uma forma bem cômica como o mundo está sensível e que não se pode fazer nenhum tipo de piada, pois pode dar processo. 

Os ativistas da geração mimimi não perderam tempo para lutar por menos desigualdade e mais respeito, imediatamente vestiram seus pijamas, correram para seus computadores e smartphones e dispararam em suas redes sociais:

O que a maioria da população não entende é que aquela piadinha prejudica boa parte daqueles que se enquadra em uma “minoria”. Que aquilo que é visto como uma piada é na verdade uma exclusão e que quem decide se as palavras são uma brincadeira ou não é quem faz parte da minoria e não o piadista... mimimi...”

Mas a Pepsi não foi a única criticada.

A Boticário lançou uma campanha chamada: “Acredite na beleza: A linda ex.” 
Três casais que estão se separando falam sobre seus relacionamentos e como chegou ao ponto do divórcio, a marca ajuda as mulheres a se arrumarem e se maquiarem para o dia da assinatura do divórcio. Ao ver suas ex-mulheres completamente lindas, os maridos lhes lançam olhares de admiração.

A empresa afirmou que seu objetivo é mostrar que as pessoas, principalmente as mulheres se sentem mais seguras e confiantes quando se sentem bonitas. Todas as pessoas menos evoluídas gostaram da mensagem da Boticário, mas a intelectual geração mimimi não gostou nem um pouco desse absurdo e afirmaram que o comercial era completamente machista (???), pois só as mulheres pareceram estar abaladas pelo fim do relacionamento.

“Sou homem, mas vi um baita preconceito. A coitada da mulher sempre tem que ser bonita, mulher confiante só se for bonita. Aí é sacanagem.” Escreveu um Militonto no Youtube.

Verdade! Nós mulheres, deveríamos ter o direito de sermos feias, de casarmos, de ficarmos cheirando a cebola e cabeludas.

Machistas não passarão!

Os contos de fadas também são criticados.

Nesse Planeta existe a história de uma menina chamada Branca de Neve e outra chamada Bela Adormecida. Ambas conheceram um príncipe e se apaixonaram profundamente, mas foram enfeitiçadas e caíram num sono profundo e eterno. O feitiço só poderia ser quebrado com um beijo de amor verdadeiro. Então o príncipe a encontra, lhe dá um beijo de amor apaixonado e o feitiço é quebrado! Eles vão para o reino e vivem felizes para sempre!

Para uma pessoa de intelecto pobre, essa história parecerá normal e até mesmo romântica. Pasmem! A incrível geração mimimi é muito sagaz para cair nessa ladainha!



Esse cartaz foi uma atividade que uma professora empoderada passou para seus alunos. Para que ensinar português e matemática, não é? 

E avisem aos seus namorados, manas! Nenhum homem pode nos acordar com um beijo machista e opressor, senão a cadeia é certa! Deixe-nos morrer enfeitiçadas em paz.

Pensar fora da caixa para essa geração é uma afronta. Você deve concordar com tudo o que seu professor esquerdista e o partido diz, deve apoiar as greves, a ocupação nas escolas. É proibido ler autores que defendam ideias opostas, e fazer perguntas que fujam do padrão.

Não discorde, mas acima de tudo acredite que está pensando independentemente.

E, o mais importante, quando te perguntarem algo que você não saiba responder parta para a agressão, xingue-o, chame-o de fascista, de homofóbico, de racista.

Chame-os de intolerante, mesmo que o intolerante seja você!



OBS.: Qualquer semelhança com a juventude do Planeta Terra é mera coincidência.

sábado, 22 de outubro de 2016

Che Guevara, o herói dos idiotas úteis


Primeiramente, o que significa “idiota útil”?

Como a própria expressão diz, é alguém que é idiota (ou até mesmo inocente), porém é útil para alguma causa. 
Quem usava essa expressão era um líder da esquerda chamado Lênin e se dirigia a manipulação ideológica causada pela doutrina socialista. Lênin contava com um grupo de propagandistas, pessoas normais, que davam apoio ao movimento socialista achando que estavam lutando por um mundo melhor. Acontece que quando não fossem mais úteis seriam mortos, exilados ou presos.

Um exemplo de idiota útil nos dias de hoje é um famoso deputado gay que se vestiu e homenageou Che Guevara. 




Será que ele sabe que Che apoiou os campos de concentração de Castro para os homossexuais? 

Campos que abrigavam todos aqueles que não se encaixavam na ideia do “homem novo”. Gays, católicos, alcoólatras, todos eram mandados para o campo de concentração.

Houve uma ocasião também em que Che Guevara viajou para Argélia e visitou a embaixada cubana local, ao olhar os livros da estante se deparou com o Teatro Completo de Virgilio Piñera e disparou: “Como é que você pode ter o livro dessa bicha na embaixada?” E atirou o livro pela parede. (INFANTE, 1996, p.341)

Outro exemplo de idiota útil atual são os negros que defendem com unhas e dentes o famoso revolucionário Che Guevara, o mesmo autor da frase: “O negro indolente e sonhador gasta seu dinheirinho em qualquer frivolidade ou diversão, ao passo que o europeu tem uma tradição de trabalho e de economia que o persegue até estas paragens da América e o leva a progredir.”

Parece que Che não era politicamente correto, não é mesmo?

Quem nunca viu uma pessoa com uma camisa com o rosto de Che Guevara estampado nela? 




Se você perguntar ao indivíduo da camisa sobre esse homem histórico, ele provavelmente te responderá o que leu nos livros do MEC, que Che foi um famoso revolucionário socialista, argentino, defensor dos pobres e oprimidos. 

O idiota útil não mencionará que, quando a revolução triunfou, Che ficou encarregado de uma prisão em Cuba chamada La Cabaña, na qual mandou fuzilar mais de quatrocentos cubanos. Noventa por cento deles eram presos de consciência, ou seja, simplesmente discordavam do sistema defendido por Che. 

Isso está historicamente documentado, inclusive na Argentina. 

Che Guevara foi um assassino a sangue frio que colocava no paredão para ser fuzilados todos os que discordavam de seus ideais. Ironicamente, ele é o herói da esquerda brasileira, aquela que prega tanto contra a pena de morte e ao mesmo tempo defende o aborto.

Vai entender!

Mas por que o idiota útil ao ser confrontado não te contará essas informações tão importantes? Simples, ele não as conhece! Ele só sabe o que a mídia diz e o que o livro do MEC afirma.

Mas para não ficar apenas nas minhas palavras, coloco abaixo frases célebres do herói dos idiotas úteis:

1. “Fuzilamentos? Sim, fuzilamos e continuaremos fuzilando sempre que necessário. Nossa luta é uma luta [dedicada] à morte.” 

2. “O negro indolente e sonhador gasta seu dinheirinho em qualquer frivolidade ou diversão, ao passo que o europeu tem uma tradição de trabalho e de economia que o persegue até estas paragens da América e o leva a progredir.”

3. “Meus amigos só são amigos quando eles pensam ideologicamente como eu.”

4. “O ódio como fator de luta. O ódio intransigente ao inimigo, que impulsiona além das limitações naturais do ser humano e o converte em uma efetiva, seletiva e fria máquina de matar. Nossos soldados têm que ser assim.”

5. "Há que levar a guerra até onde o inimigo a leve: à sua casa, aos seus lugares de diversão; fazê-la total. Há que impedir-lhe de ter um minuto de tranquilidade, um minuto de sossego... atacá-lo onde quer que se encontre; fazê-lo se sentir uma fera acossada por cada lugar que transite.”

6. “Asseguro a vocês que se [Jesus] Cristo cruzasse meu caminho eu faria o mesmo que Nietzsche: não hesitaria em esmagá-lo como um verme.”

7. “Os jovens devem aprender a pensar e agir em massa. É criminoso pensar como indivíduos.”

8. “Como é que você pode ter o livro dessa bicha na embaixada?”

Pois é, essas frases não foram ditas por Jair Bolsonaro, por Hitler, por Osama Bin Landen, por Brilhante Ustra ou por Donald Trump. Foram ditas por Che Guevara.

Antes de você criticar Jair Bolsonaro por ter saudado o Coronel Brilhante Ustra (aquele que você nem sabe quem foi), deixe sua hipocrisia de lado e jogue fora sua camisa do assassino Che Guevara. E antes de querer lutar por um mundo melhor, arrume sua própria cama.



É preciso ler os livros que Che escreveu e não o que se escreve sobre ele.


FONTES:

1) Discurso de Che Guevara na ONU em 1964; 2) "Diario de Motocicleta - Notas de Viaje Por América Latina", Che Guevara; 3) "Mi hijo el Che", Ernesto Guevara Lynch; 4) Mensagem de Che à "Organización de Solidaridad con los Pueblos de Asia, Africa y América latina", Abril de 1967; 5) Mensagem de Che "aos Povos do Mundo Através da Tricontinental", 19676) "Che - El argentino que quiso cambiar el mundo", Pacho O'Donnell;7) Diario de la Sierra Maestra (citação em "Hijos del retrogresismo", Fundación para el Progreso)8) "Mea culpa", Guillermo Cabrera Infante.

sábado, 24 de setembro de 2016

NARUTO, A ESQUERDA E A POLITIZAÇÃO DE TUDO

O Facebook, as vezes, parece ser um universo à parte.



Próximo ao fim de Naruto, um animê e mangá japonês, comentei uma bobeira qualquer num post sobre o tal desenho, logo tive o desprazer de conhecer um “feministo” que também é fã do mangá. Inicialmente, tivemos uma conversa comum sobre o péssimo final da história que estava indo ladeira abaixo, mas, para minha surpresa, o problema, para ele, não era o autor ter inserido a vilã final às pressas na história, o que o incomodou foi Naruto e Sasuke não terem terminado a história como um casal.

Naruto teve duas fases: a primeira com o personagem que dá nome a história pré-adolescente e, a segunda fase, três anos depois, com Naruto e seus amigos adolescentes. Nesta segunda fase, conhecemos melhor o mundo em que se passa a história: nos é mostrado vilas que haviam sido citadas na fase anterior, é explorado o passado de alguns personagens e também a história que gerou o sistema de vilas ninjas. Durante todo o desenrolar da segunda fase, o autor foi soltando informações sobre o futuro vilão final da história, Uchiha Madara, gerando expectativa nos leitores, até que o próprio personagem fizesse sua aparição e superasse as expectativas criadas ganhando uma legião de fãs.

Qual o problema com o final de Naruto? E o que isso tem a ver com a política?

Calma, já vou chegar lá.

Madara foi um grande vilão, tinha presença de vilão, humilhou personagens reconhecidamente poderosos, enfrentou um exército sozinho, tinha um bom back-ground, mas não foi o vilão final da saga, sendo substituído nos últimos capítulos por uma vilã, Kaguya, apresentada às pressas, sem nenhum carisma e com uma fraqueza muito forçada.

E a política?

Voltando a minha conversa de Facebook com o “feministo” estudante de ciências sociais. O justiceiro não via problema em nada do que foi apontado sobre o final da história ter sido comprometido pelo fato de uma vilã sem peso, carisma e que ninguém esperava, ter sido acrescentada à história sem nenhum motivo aparente. Depois de um tempo naquela conversa, pude perceber que a opinião dele quanto ao Madara era bem diferente, pois o emasculado se mostrava feliz com a substituição de um personagem cheio de fãs (madaretes) por uma mulher. Este é o ponto: UMA MULHER.

O capacho de feministas não estava avaliando a história em si, não estava julgando se os personagens foram bem ou mal trabalhados, se o plano de fundo da vilã foi bom ou ruim, ele apenas estava se utilizando de Naruto para defender uma bandeira política, O EMPODERAMENTO DA MULHER.

Isso é muito chato.

Eu estava discutindo o enredo de Naruto, dando minha opinião sobre um bom vilão, Madara, e uma péssima personagem, Kaguya, não estava num debate sobre a participação de mulheres em histórias escritas por japoneses para o público adolescente do sexo masculino, mas o “feministo” estava, ele não avaliou o roteiro, ele avaliou a bandeira política que poderia usar com aquela personagem, mesmo sendo um desastre para a história que ele acompanhou durante 10 anos. A política para esquerda está acima de tudo.

A esquerda politiza todos os temas, logo, aquilo que está sendo discutido nunca é o tema em si, mas um dos vários chavões que eles adotaram no momento, como: causa gay, empoderamento da mulher, minorias, desarmamento e etc., nunca se está discutindo a beleza de uma obra de arte, o jogo de futebol, o animê ou o novo Gears of War. Sempre se discute política, mas não em seus grandes temas, debatendo-se as ideias dos grandes autores, mas por meio de chavões decorados em alguns semestres em uma Universidade que substitui o raciocínio pelo pensamento automático, histeria e reações exageradas a palavras comuns.

Autor: Jônatas Castilho

sábado, 17 de setembro de 2016

DESABAFO SOBRE A MORTE: EU PERDI MINHA MÃE


Não é um artigo sobre política. É só um desabafo. Uma reflexão sobre a morte... e sobre a vida.



Ultimamente tem se falado muito sobre a morte trágica do ator Domingos Montagner, o Santo de “Velho Chico”. Ele viajou para gravar algumas cenas da novela, foi tomar banho no rio e não voltou mais. Não voltou mais. Eu não gosto de novelas e nem assisto, mas a morte do ator me trouxe muitas lembranças.

Há exatamente um ano atrás minha mãe estava internada no hospital correndo risco de morte e um mês depois, no dia 12 de outubro, dia das crianças, ela se foi.

Ela não está mais na cozinha fazendo comida e ouvindo rádio, não está mais se arrumando toda terça-feira para ir à igreja, não está mais brigando comigo e implicando com meus namorados, não está mais no sofá me esperando chegar da rua para poder ir dormir na cama, não está mais sorrindo com os olhos ou resmungando pela casa quando alguém faz algo que ela não gosta, não está mais brigando com minhas primas e tias porque elas estão usando blusa "tomara-que-caia", não está me perguntando mais se orei antes de sair de casa, não está fazendo o bolo de chocolate dela.

Ela não está mais aqui.

E assim se vão os dias...

Minha mãe foi embora. Ela morreu.

Mas como pode ser verdade? Minha mãe só tinha 53 anos, eu só tinha 24. Não podia ficar sem minha coluna! Ela não vai na minha formatura da faculdade? No meu casamento? Não vai procurar um vestido de noiva comigo? Nem vai ver o nascimento do meu primeiro filho? Isso não podia estar acontecendo comigo. Como eu vou conseguir amar alguém se a pessoa vai embora a qualquer dia, a qualquer momento?

Então, mais questionamentos começam a surgir: será que fui uma boa filha? Ela tinha orgulho de mim? Será que ela me perdoou por todas as vezes que brigamos quando eu era adolescente? Quem iria orar por mim agora?

Às vezes, lá no fundo, achamos que as pessoas são eternas, que sempre haverá um amanhã, uma segunda chance de pedir perdão, de demonstrar o amor, de dizer “eu te amo”. Mas a morte é certeira. Ela leva sem avisar. E, por mais que a gente brigue com Deus, reclame da vida, chore, grite, a morte leva e não devolve. As pessoas se vão. 

Durante nossas vidas as pessoas vão morrer, até chegar nossa hora de partir também para o desconhecido. E é diante da morte, da dor da perda, que começamos a refletir sobre demonstrar mais amor, a abraçar mais forte, a ficar mais tempo juntos com quem ainda não passou pelos portões da morte, a ver mais o pôr do sol, a se importar menos com problemas tão pequenos, a perdoar, a valorizar mais a vida. 

A valorizar mais nossa mãe e nosso pai.

A vida é frágil demais.

Mãe, sinto sua falta todos os dias e sei que nos encontraremos na eternidade.




Combateste o bom combate, findou-se a carreira, guardaste a fé.”

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Feminismo x Cristianismo: posso ser cristã e feminista?

                                          

...Mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos como ao Senhor, porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo... Homens, amai vossas mulheres como Cristo amou a igreja e se entregou por ela. Assim, os maridos devem amar as suas mulheres como seu próprio corpo. Quem ama sua mulher, ama-se a si mesmo...” Efésios 5:22-25


O movimento feminista quando surgiu reivindicava pautas que os cristãos concordavam: o direito de votar, o mesmo salário dos homens, acesso à educação e direitos civis iguais. Se o movimento parasse por aí, é claro que os cristãos concordariam com ele, afinal a Bíblia diz que Deus criou os homens e mulheres iguais, à sua imagem e semelhança. O que acontece é que o movimento não parou por aí. Surgiram diversas autoras feministas que afirmavam que a sociedade impunha sobre as mulheres uma opressão, e o cristianismo passou a ser alvo de ataques já que a palavra de Deus denomina o homem como o líder. Inclusive, foi reivindicado uma revisão completa da bíblia, chamaram Deus de “Sofia” e quiseram tirar toda referência a Deus como “Ele”. Jesus não seria mais O filho de Deus, e sim A criança de Deus.

Certo dia, eu estava conversando sobre religiões com uma feminista quando ela soltou a seguinte afirmação:

- A bíblia é machista!

- Você já leu a bíblia? – perguntei

Ela disse que não. 

Os argumentos pararam por aí. Porém, na conversa havia mais uma feminista que afirmou que a palavra de Deus era machista por sempre deixar a mulher em segundo plano, nunca no papel principal da história. Perguntei em que ela se baseava para afirmar aquilo e ela deu o exemplo da Criação, quando Deus criou o homem e colocou a mulher como uma simples ajudadora. Em nenhum momento ela parou para pensar no fato de que a mulher ser ajudadora é porque a maior responsabilidade Deus resolveu colocar nos ombros do homem: ser o provedor da casa, o protetor, o guardião. Em contrapartida, a mulher o ajuda sendo sua auxiliadora, sua amiga, cuidando de casa e da educação dos filhos. A mulher pode trabalhar também para ajudar nas despesas, mas o dever de provedor está com o homem. Até aí não há machismo nenhum.

Mas e o fato de a mulher ser submissa ao homem?

Se você perguntar para qualquer feminista se a mulher deve ser submissa ao homem, ela imediatamente responderá que não, e fará um discurso sobre homens e mulheres serem iguais e por isso não deve haver distinção. Toda vez que alguém fala em submissão da mulher ao homem, a maioria das pessoas pensam automaticamente em humilhação da mulher ou na sua desvalorização, porém deixam de comentar o versículo que vem logo depois: “maridos, amem suas mulheres como Cristo amou a igreja, dando sua vida por ela”, ou seja, ser submissa a um homem que te ama tanto ao ponto de dar a vida por você não deve ser uma coisa ruim, não é? Até porque submissão não é fazer tudo o que o homem quer ou manda, o nome disso é malandragem. Ser submissa é ser sábia, respeitar seu marido, ampará-lo, valoriza-lo, considerar a opinião dele. Em contrapartida, ele deve te amar como Cristo amou a sua igreja, colocando-se no seu lugar, dando a vida por você, sentindo a dor que deveria ser sua. A submissão é uma prova de confiança. Você confia tanto nele ao ponto de deixa-lo no controle e ele te ama tanto ao ponto de escolher o melhor caminho para os dois.

Agora, aqui vai alguns pontos que quase todos os grupos feministas defendem e o que a bíblia diz a respeito:

1-    O direito de abortar. Meu corpo, minhas regras.
Bíblia: “Antes que eu te formasse no ventre te conheci, e antes que saísse da sua mãe te santifiquei, às nações te dei por profeta.” Jeremias 1:5 – “não matarás.” Exodo 20:13. Ou seja, no olhar bíblico, antes mesmo de a criança se formar no ventre, ela já é um ser humano que Deus conhece, por isso o aborto é assassinato. A ciência concorda com a bíblia, os tratados de biologia afirmam que a vida começa na fecundação.

2-    O relacionamento gay.
Bíblia: Os homens “não tenham relações sexuais com um homem assim como se costuma ter com uma mulher.” Levítico 18:22

3-    A liberação completa dos limites sexuais.
Bíblia: Deus restringe a relação sexual apenas aos casados, quer que os dois tenham prazer com o ato e o apostolo Paulo em uma carta ao Coríntios ainda aconselhou ao casal a não ficar muito tempo sem relação. “O marido dê a esposa o que lhe é devido, e faça a esposa o mesmo para com o marido... não privem um ao outro do que é devido, a não ser por consentimento mutuo por um tempo determinado e depois unam-se novamente para que Satanás não os tente.” 1 Coríntios 7:3

4-    Rejeição de Deus como autoridade final na vida.
Bíblia: “Se vocês me amam, obedecerão os meus mandamentos.” João 14:15. “É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens.” Atos 5:29.
Visto isso, percebe-se que o feminismo e o cristianismo levantam bandeiras diferentes e antagônicas. É impossível seguir os dois ao mesmo tempo. Conceitos feministas são gravemente anti-bíblicos.

Você pode ser cristã. Você pode ser feminista. Você só não pode ser os dois ao mesmo tempo.