segunda-feira, 30 de abril de 2018

Subtenente do BOPE é pré-candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro




Há esperança para o Rio de Janeiro.

O RJ fechou o ano de 2017 com a maior taxa de mortes violentas dos últimos 8 anos. Foram 6.731 mortes, isso representa 40 mortes violentas por 100 mil habitantes. E em 2018 nada mudou: o Rio registrou média de 19 mortes violentas por dia só no mês de janeiro. Roubo de celulares, a lojas e a carros também aumentaram. 

As facções do Rio de Janeiro têm grupos separados de bandidos que possuem a única função de matar, não apenas policiais, mas qualquer militar. Soldados, praças e oficiais das forças armadas tomam o cuidado de não andar com sua identidade de militar nas ruas do Rio para não morrer ao serem identificados. Em pouco mais de um mês no início de 2018, 50 policiais civis e militares foram baleados no Rio de Janeiro, destes 16 morreram.

A população de bem tem medo de sair na rua e não conseguir voltar para casa e para sua família.





Vivemos em guerra. E isso tudo teve início no governo de Leonel Brizola, com propostas de "combate à violência policial aos moradores da favela", Brizola é apontado como o principal responsável pelo crescimento desenfreado das facções criminosas ligadas ao tráfico de drogas, como o Comando Vermelho e, por consequência, ao crescimento da violência.

Diante desses fatos e números assustadores, fica óbvio que a principal preocupação não só do Rio, como de todo o Brasil, é a segurança. 

Porém, se apenas um homem foi capaz de criar o caos que vivemos hoje no Rio, talvez outro possa melhorar a situação para os homens de bem.

André Monteiro, subtenente do BOPE, nasceu e cresceu numa comunidade carente do Rio. Ele é formado em Direito, especialista em direito penal, professor de pós-graduação em ciências penais e segurança pública, escritor e palestrante em congressos e universidades em todo o Brasil e agora também é pré-candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro

Será que finalmente os dias obscuros do Rio chegarão ao fim?